Meu recado aos leitores

Queridos leitores ;

Foi com muita curiosidade que consegui compilar, resumir ou citar TUDO o que encontrei no Acervo do Jornal “O Estado de São Paulo” mencionando o nome da nossa escola e outras palavras-chave, o que no total deve contar com quase (ou mais de?) 3.000 reportagens, notas e citações, abrangendo o período a partir de 1875 até a Proclamação da República, quando o diário que se chamava “A Província de São Paulo”, Passou a ter seu nome atual.

Não contei os anos passados nesse trabalho e até senti tristeza ao colocar o ponto final.

Agora, mãos à obra para uma revisão que se impõe, e uma organização geral para que a cronologia dos fatos ocorridos na Escola Normal de São Paulo (Escola Normal da Praça, Escola Caetano de Campos , Instituto de Educação Caetano de Campos e, depois E.E. Caetano de Campos)seja respeitada perfeitamente, sem os banais erros de digitação ou até,  os de português.

Enquanto esse trabalho não se concretizar, vocês podem conhecer toda a História do IECC clicando nas seguintes “categorias “ do blog:

  • A história da Escola Caetano de Campos
  • CAETANO DE CAMPOS PARTE I
  • CAETANO DE CAMPOS PARTE II

Boa leitura.

Abraços concluídos,

wilma.

21/08/2018.

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Parte II- Caetano de Campos-Últimas palavras escritas no jornal OESP sobre o I.E. Caetano de Campos

02/12/2014 (oesp)

Em memória da velha escola Caetano de Campos

 

Luiz Zanin Oricchio (jornalista do OESP e caetanista)

02 Dezembro 2014 | 12h52

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Capa do livro de autoria de Wilma Legris

 

Hoje, das 17h às 20h, Wilma Legris lança seu livro Crime e Castigo na Escola Caetano de Campos (Luna Editora) na Livraria Cortez (Rua Bartira, 317, ao lado da PUC).

Quem, como é o caso deste escrevinhador, estudou no Caetano de Campos, a velha escola da Praça da República, sabe muito bem quem é Wilma Legris. Ela é, simplesmente, a fiel guardiã da memória da nossa Escola, que frequentou nos anos 1950 e 1960. Hoje mora em Paris.

Wilma dedicou à Escola seu primeiro livro, “Caetano de Campos: Memórias de uma Aluna Bem (e Mal) Comportada “(Luna Editora, 2010), sobre seus tempos de estudante. Um texto terno, de boa observadora, temperado com amor e humor. Depois ingressou na ficção e publicou Crônicas e Contos Cruéis, também pela Luna.

Agora lança este livro, sempre na mesma editora, baseado em notícia publicada no jornal O Estado de S. Paulo. Um drama de mistério e suspense, no qual o palco é a instituição, que começou no século 19 como Escola Normal, e depois se tornou o Instituto de Educação Caetano de Campos. Ameaçado de demolição na época de Paulo Maluf, o prédio manteve-se e passou a abrigar a Secretaria da Educação.

Wilma mantém um blog dedicado ao Caetano de Campos, de consulta indispensável aos ex-alunos: ieccmemorias.worpress.com

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Parte II – Caetano de Campos -11/10/2014 penúltima referência ao IE Caetano de Campos encontrada no Acervo do Estadão

11/10/2014 (oesp)

Instituto de Educação: 80 anos de compromisso com a formação

Belmira Bueno e Diana Vidal

Quando falamos da história da criação da USP, imediatamente vem à mente a reunião das Faculdades de Direito, Medicina e Engenharia. A alguns ocorre lembrar a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras(FFCL) As demais, como Farmácia e Odontologia, Veterinária, Escola Superior de Agricultura, entre outras, caem no esquecimento. O mesmo ocorre com o Instituto de Educação. Criado em 1933, em substituição à Escola Normal Caetano de Campos, associava à instituição a Escola Secundária, além do Jardim de Infância, da Escola Primária e da Escola de Professores. Pela primeira vez em São Paulo, a formação para o magistério era feita em nível superior. Em 1934, quando foi integrado à USP, tornou-se a primeira instituição universitária no Brasil que preparava professores para atuar nas escolas primárias  e secundárias , o que equivale hoje ao ensino fundamental e médio.

Descde os primórdios, a USP exibiu notável compromisso com a formação docente e educação de base. Esse compromisso se expressou  de modo diferente ao longo desses 80 anos. As mudanças de denominação pelas quais passou a célula responsável pelo preparo dos futuros professores refletem, em parte, as alterações operadas nas concepções pedagógicas e na atuação instiucional. A Escola de Professores do Instituto de Educação Caetano de Campos deu lugar em 1938 às seções ou cursos de pedagogia e didática da FFCL, antecipando as alterações que ocorreriam em todo País em 1939. Com a medida, a formação profissional, tanto da Pedagogia quanto das demais licenciaturas, perdeu a dimensão prática e investigativa do ensino somente recuperada em 1957, com o Colégio de Aplicação.

A década de 1950,permitiu o nascimento de outra instância de pesquisa e formação para o magistério na USP, o Centro Regional de Pesquisas Educacionais (CRPE).

(…)

 

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Recado de Guilherme Braga

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A Praça Rotary merece a sua atenção!

O PROJETO:

Quem somos?

Somos um grupo de moradores e amigos do bairro e começamos um movimento que precisa de você!

 

Vamos adotar de forma profissional a Praça da Vila Buarque, oficialmente denominada praça Rotary, também conhecida como praça da Biblioteca Monteiro Lobato.

 

Nossa praça é um importante lugar de encontro, convívio, prática de esportes, leitura e recreação no bairro. Está sempre ocupada e é, efetivamente, uma das poucas áreas verdes na região da Vila Buarque e de Santa Cecilia. Imagine a praça mais limpa e bem cuidada, com possibilidade de melhorias constantes!

O que vamos fazer?

Depois de inúmeras tentativas de melhoria junto à subprefeitura, estamos propondo a adoção da praça pela comunidade, ou seja: moradores, frequentadores, comerciantes, escolas e empresas do bairro; com a colaboração da plataforma Praças, focada na organização de processos colaborativos de manutenção de praças.

 

Nosso primeiro objetivo é: gerar uma arrecadação para viabilizar a manutenção e limpeza da praça. Este serviço será realizado por uma empresa terceirizada, especializada sob coordenação da plataforma Praças e dos próprios colaboradores. Isto não excluí os serviços básicos já prestados pela subprefeitura.

 

A partir do momento que conseguirmos manter a praça limpa, preservando os itens que ali já existem e aumentarmos a arrecadação, daremos início aos projetos de reforma e renovação como a melhoria do piso, calçadas, parquinho, quadra, bancos, jardim, etc.

 

Vamos cuidar da nossa praça; da sua praça.

 

Contamos com o apoio de todos!

LOCALIZAÇÃO:

Participe do projeto e Contribua com nossa Praça

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Regina Toledo, lança o seu 3° livro

Convido a todos os amigos para o lançamento do meu novo livro “Crianças de Hoje, Pais de Hoje – uma prevenção aos distúrbios emocionais”

Livraria Cultura Iguatemi – São Paulo –

Curso dias 5/12/17 de outubro

Acesse os links com os dias das aulas e se inscreva!

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Fotos da noitada caetanista aos 6/12/2010 no antigo Bardo Batata

Wilma, Conceição e Cleusa.(2011)

Felicidade não deveria ser um substantivo abstrato ; querer mais felicidade que aquela noitada inesquecível é quase impossível:  desde que deixamos o Instituto de Educação Caetano de Campos, foi a primeira vez que conseguimos nos reunir em número tão grande!

Perdi a conta, mas assinei meus livros até a meia-noite, sem parar!

As fotos foram feitas pela Cleuza Regina di Fonzo e, além das carinhas que aparecem na tela (em ordem alfabética- Breno Magro, Carlinhos Silveira, Cláudio Silberberg, Cora Toledo Piza, Eloísa Tores Amado, Hideli Nascimento, Jacob Grajew, Leila Falsetti, Maria Aparecida Bogossian, Maria Beatriz dos Santos, Maria C. Tomazini, Maria Conceição Sayão, Maria Helena Santiago Costa, Maria L. Camargo, Maria Regina Oliveira Leme, Marina Ribeiro Leite, Paulo Campos, Regina Saccani, Suzana Simões, Sylvia Haddad, Vanda Marques,Vicky Bairão, Weida Stabili), ainda me lembro de ter recebido o apôio de Fernando Penteado, dos irmãos Sodré Santoro, Domingos Malherbi, M. Fernanda Balestero e Márcia Bertini, inesquecíveis colegas de classe, Iacov Hillel e L. Bodricow, P. Golombek, Sebastião Hermes Verniano, Hirtes Lazarin e Vera L. Navas, colegas de trabalho na PMSP e muitos outros.

Foi o destino que cruzou a presença da jornalista Valéria França na empresa do meu irmão Paulo, justamente quando por lá estiveram Hamilton Jadon e Cláudia Lúcia Guimarães Damiani, uns poucos dias antes do lançamento do meu primeiro livro”Caetano de Campos:memórias de uma aluna (e mal) bem comportada”.

No dia seguinte nos encontramos diante do antigo IECC, com a Valéria e o seu fotógrafo, que ali nos esperavam; a reportagem saiu exatamente na manhã do dia da assinatura dos livros, o que contribuiu para que muitos caetanistas fossem ao evento.

Serei grata para sempre àquela coincidência geradora de felicidade eterna; usufruo até hoje daquele momento mágico.

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