Lembranças da Cleusa Regina Di Fonzo (IECC 68)

Nos anos 60 as normalistas se constituíram “madrinhas” das crianças do Jardim da Infância do IECC.

Nossa atuação era de acompanhar aqueles alunos até o 1° ano do Curso Primário; cada normalista recebia uma menina ou um menino para melhor integrá-los à Escola.

A ideia partiu de Maria Aparecida Pallu, nossa professora de desenho pedagógico e durou algum tempo.

Cleusa recebeu dois marcadores de livro de sua “afilhada” caetanista Márcia Natália Motta Mello.

Com amor, essas lembranças chegam hoje no nosso blog.

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Poeminha concreto

(wilma legris)

CONSUMERISTA URBANO

……………….DOR!

CONSUMIDOR COMPULSIVO,

………………………….REPULSIVO

CONSOME                                              SUMOS

…………………………………………………….INSUMOS

CONSOME                                              HÚMUS.

…………………………………………………………………NA CIDADE,

…………………………………………………………………FELICIDADE PRIMÁRIA.

……………………………………………………………….VELOCIDADE:

…………………………………………………………………………………..PRIMEIRO

………………………………………………………………….ASSOLA A FLORESTA,

……………………………………………………………………………………………….O SOLO

…………………………………………………………………..ASSOLA;

……………………………………………………………………..SOMEM

……………………………………………………………………AS                       SEMENTES;

………………………………………………………………………………………….RESTA            A FALTA DE

CONSCIÊNCIA.

………………………………………………………………………………………………..A   CIÊNCIA GRITA

…………………………………………………………………………………………………INOCÊNCIA;

O CAPITALISTA                                                                                                                           GRITA

………………………………………………………………………………………………….INDECÊNCIAS

……………………………………………………………………………….E……..RESTA      APENAS  A

………………………………………………………………………FOME.

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Testemunho: Antonio Aurélio do Amaral

ANDRAUS

Mistérios depois do incêndio no Edifício Andraus - Webtudo Curiosidades
webtudo.net


Um dia São Paulo parou.


O ano era 1972 e eu estava em pé dentro de um ônibus que, inexplicavelmente, parou no meio da Avenida São João.

Ainda não era o ponto de parada, nenhum veículo à frente, nenhum semáforo, nenhum pedestre atravessando.

Do meu ângulo de visão percebi apenas um fusca azul claro que também parou do lado esquerdo do ônibus. Percebi que na calçada, do lado direito do ônibus, os pedestres também pararam, observando alguma coisa do outro lado da avenida. Imediatamente pensei que todos estivessem assistindo a fuga de algum “trombadinha”. Na época isso ainda chamava a atenção. Desci ali mesmo, pois já estava perto do meu destino.


De uma janela da sobreloja, no canto do prédio comercial envidraçado, saía um jato de fogo ameaçador que mal atingia um metro de comprimento. Dali mesmo assisti a rápida evolução na fase inicial, tendo de recuar até o posto de gasolina um pouco antes de onde eu havia descido.


O incêndio aumentava e me dei conta que onde eu estava “não combinava” com o que eu assistia. Ou ao contrário, combinava muito e perigosamente. Então corri pela rua oblíqua à Avenida São João, cujo ângulo formado era ocupado pelo referido posto.

Fui até o final da Praça Júlio Mesquita, próximo à antigamente bela fonte ornamental, assumindo um privilegiado ponto de observação. Lembrei-me que estava indo encontrar a então namorada, mas, imediatamente, pensei que o conhecimento do fato e a imaginação dela dispensariam minhas justificativas. Resolvido! (Telefone celular só se via nos filmes do 007 usado pelo inigualável Sean Connery e tinha o tamanho de um tijolo, a comunicação por telepatia raramente funcionava).


Na Praça Júlio Mesquita lembrei que uma vez por mês meu irmão ia no Andraus buscar os rendimentos de ações para nossa vizinha viúva sem filhos que diariamente ia nos chamar depois do jantar para assistir TV junto com ela. Mais de uma vez a gentil vizinha me mostrou sua foto de quando era jovem e me perguntou se não era mesmo “uma uva”. Respeitosamente eu respondia apenas: “Era”.


Mas meu irmão estava em casa, seguro.

No percurso, ouvindo o barulho de vidros estourando a mais de cem metros, um caco de vidro aquecido, pouco maior do que um grão de feijão, cai entre minha nuca e a gola da camisa. Pequeno susto que me fez correr por alguns metros.


Uma água, um xixi, voltei à rua. Trânsito, apenas algumas ambulâncias indo ou voltando em alta velocidade. No céu, helicópteros. Então passa um amigo, morador do quarteirão de baixo no edifício do Cinerama, abraçado com a irmãzinha que trabalhava no Andraus. Apenas trocamos olhares e semblantes. Nunca na vida tive um diálogo tão intenso e emocionante sem proferirmos nenhuma palavra. Sorrimos.


Depois me aparece um colega da faculdade de engenharia, presidente do Centro Acadêmico. Eu era o vice. Sugeri que fôssemos até a escadaria do antigo Instituto de Educação Caetano de Campos, de onde assistiríamos o espetáculo e, depois do incêndio, tomaríamos uns chopes.


Sentados na “escada-camarote”, além de chamas e helicópteros que só rodeavam o prédio fatídico, percebemos que havia uma pequena multidão lá em cima. Pior. Não passava um minuto sem que alguém sozinho ou acompanhado saltasse para a morte.

A distância não permitia perceber origem ou idade. Felizmente, também não víamos o final da queda de cada pessoa.

Durante o “voo” alguns giravam como uma estrela de braços e pernas abertos. Outros movimentavam desesperadamente as pernas como se tentassem desesperadamente subir uma escada invisível de cordas. Um casal “voou” sem soltarem as mãos.


Quando resolvemos ir embora, nenhum de nós dois lembrou de chope combinado.


Quem não saltou lá de cima foi retirado pelos helicópteros quando estes puderam se aproximar. O número dos que saltaram foi maior do que o número de vítimas divulgado.

Estima-se que a maioria das vítimas foram os que não conseguiram subir, ou retornaram para o interior do prédio diante do bloqueio de acesso ao heliporto. Terminaram calcinados em alguns banheiros, quando os ossos viram cinzas, eventualmente deixando algumas gotinhas metálicas de objetos portados ou de restaurações dentárias.


Os prédios não dispunham de escadas protegidas, à prova de fogo; acima de dez andares devem ser à prova de fumaça, por pressurização ou por antecâmaras de acesso.

O poder público demorou mais de dez anos, além da repetição amplificada da tragédia no Edifício Joelma, para obrigar a inclusão das rotas de fuga protegidas nas edificações. Os legisladores acatavam o argumento das construtoras de que a segurança proposta inviabilizaria a construção civil, causando desemprego em massa.


Meu colega de “plateia” do incêndio do Andraus desapareceu meses depois ao passar para a clandestinidade, após alguns de seus companheiros de fora da escola terem sido raptados e torturados pela ditadura. Eu, vice, tive de assumir o Centro Acadêmico.


Após me formar em Engenharia Civil, fiz a Especialização em Segurança do Trabalho. Entre outras atividades da profissão, treinei com a cabeça e o coração “algumas” Brigadas de Incêndio

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Cissa, c’est ça!

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Mensagem da nossa colega Vera Cleto

Vera Cleto tenis e intercambio est à Experimento Intercâmbio Cultural (Gramado Sousas).

Campinas, État de São Paulo, Brésil  ·

Além dos programas de intercâmbio no exterior, a Experimento tem um programa especialmente desenvolvido para oferecer experiências únicas dentro do Brasil.

O “Experimente o Brasil” valoriza a diversidade brasileira em roteiros pensados para combinar vivências culturais e sociais em ações de ecologia, sustentabilidade e preservação através do contato com a natureza: Península de Maraú, Paraty, Paraíba, Bonito e Ilha de Marajó.

Se interessou em conhecer o Brasil de um jeito novo? Entre em contato com um de nossos consultores para saber mais sobre o programa!#experimentotem#experimenteomundo#brasil#intercambio#experimento_cso_campinas#experience

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Mensagem de Antonio Aurélio do Amaral

ricochet-jeunes.org

Em nome de nossas mães, irmãs, esposas e filhas, pelo menos; em nome de nossas professoras, amigas, primas, cientistas, médicas e todas as mulheres que de alguma forma já foram fundamentais para nossas vidas.

NÃO PODEMOS ACEITAR DISCRIMINAÇÃO COVARDE CONTRA AS MULHERES dos que tentam rebaixá-las socialmente bloqueando seu acesso ao estudo. O silêncio é covarde, quem se cala está consentindo e o mundo é hoje, mais do que nunca, um “sistema de vasos comunicantes”.

O que se aceita “com os outros” do outro lado do planeta, estamos aceitando aqui, ao nosso redor, de alguma forma.

Quando aceitamos alguma forma de discriminação, estamos aceitando, querendo ou não, todas as formas de discriminação. E todos saímos perdendo porque, por ação ou omissão, certamente teremos alguma forma de “retorno” dolorido. Malala é nossa!”

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CONCRETAMENTE

(wilma legris)

F A V E L A

F I O F I O  F I O F I O  F I O F I O F I O  F I O F I O F I O F I O F I O  FIOSSSS

F I O   F E I O            F I O   F E I O               F I O     F E I O

F I O   F E I O            F I O    F E I O               F I O S  F E I O S

……1                                         2                                        3                                         4

B A R R A C O           A L V E N A R I A             M A L O C A                 P U X A D I N H O

B U R   A C O S          A V E M A R I A                M A L U C A                 P U X A R

………R A T O S           A V A         R I A S                       L O C A D A                            A R M A

……..RA PT O S               V Á         R I A S                           O C A                 P U X A R

………………………………………………………………………………………………………………F U M I N H O.

…………………………………………………………………………F U L M I N A N T E

…………………………………………………………………………..F L U M I N E N S E

…………………………………………………M I N A            E

………………………………………………….D I N A M I T A

A V I Ã O Z I N H O……………………………………..C A M I N H Ã O

…………V I Z I N H O                                           C O M U N H Ã O.

P O L Í C I A,

P O L Í T I C A

……………D A

M I L Í C I A.

M A L Í C I A

……I L Í C I T A,

             M A T A,

F A G O C I T A!

.…CAPTADA   EDUCAÇÃO

DECAPITA                 A

…………………………..AÇÃO;

……….PITADA

….CAPITAL  À

………….……………EXCLUSÃO.

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Myrthes Suplicy Vieira

por José Horta Manzano (BrasilDeLonge)

Baú de memórias ‒ 7

Soldado alemão
by Alfred-Georges Hoën (1869-1954), artista francês

Myrthes Suplicy Vieira (*)

Dizem os psicanalistas que a especialidade da histérica é colocar-se repetidas vezes e voluntariamente dentro da boca do leão. Por temerem a exposição a situações que poderiam lhes causar perda do autocontrole, os histéricos inconscientemente – e paradoxalmente – manobram suas experiências de vida para cair de cabeça, sem paraquedas, justamente nas situações que mais temem.

Ao longo dos meus muitos anos de terapia, minha psicoterapeuta por diversas vezes me questionou: “Qual é sua cena temida?”. Eu nunca sabia responder com clareza. Falava vagamente do meu medo da nudez pública, dos “brancos de memória” em uma prova, do desconforto de falar em público e, especialmente, do pavor de que outras pessoas descobrissem um dia que eu não passava de uma fraude – ou seja, uma pessoa sem uma base sólida de conhecimento para se apresentar como autoridade ou especialista de qualquer área. Mas quase nunca meus temores encontravam alívio revivendo simbolicamente cenas como essas.

O primeiro livro “adulto” que li, lá por volta dos 12 anos, foi O Diário de Anne Frank. Mal consigo descrever em palavras o impacto que ele me causou. A Segunda Guerra estava a apenas uma década de distância, o nazismo havia deixado marcas profundas de culpa no subconsciente coletivo, minha melhor amiga de infância vinha de uma família de judeus poloneses que haviam sido forçados a emigrar para escapar da sanha destruidora das forças da SS e continuavam a viver escondidos, assombrados com a possibilidade de serem denunciados e repatriados.

Além da empatia que desenvolvi para com o sofrimento dessa família e minha posterior identificação com muitos dos traços da cultura judaica, pairava no ar em nossa própria casa a suspeita de que o sobrenome Suplicy fosse de origem judaica (o que mais tarde foi confirmado através de uma pesquisa do lado materno de nossa árvore genealógica). Tudo isso contribuiu, é claro, para que eu sentisse desde muito cedo uma profunda aversão por movimentos totalitários, de supremacia racial.

Já adulta e trabalhando para uma empresa de pesquisa de mercado e opinião pública, fui convidada para ser a representante brasileira em um seminário internacional sobre técnicas projetivas [minha especialização] em pesquisa qualitativa, que aconteceria em Paris. Entusiasmada, decidi juntar a participação no workshop com minhas férias, para aproveitar ao máximo a estada no continente europeu. Durante o seminário, todas as noites os participantes saíam em grupos para confraternizar, jantar e se divertir. Nessas ocasiões, travei contato mais próximo com um colega austríaco que me intrigava por ser uma pessoa muito comedida e reservada, embora demonstrasse ser dono de uma mente brilhante, de uma curiosidade inesgotável e estivesse sempre pronto a debater com empolgação seus trabalhos na área.

Por outro lado, ele parecia nunca se sentir à vontade para se referir à sua vida particular. Trancava-se em copas sempre que o assunto derivava para hábitos e interesses pessoais, formas preferidas de lazer e entretenimento ou detalhes sobre a vida familiar. Algo me dizia que não era questão de timidez nem a circunspecção esperada de um psicólogo clínico. Eu preferia apostar que se tratava de um traço comportamental característico da formalidade saxônica ou derivado de sua faixa etária, mais alta do que a nossa. Seja como for, aos poucos fomos desenvolvendo uma relação mais calorosa e, tão logo soube que eu visitaria outros países na sequência, ele insistiu em me convidar para sua casa quando eu chegasse a Viena.

Meu primeiro ponto de parada na Áustria foi a encantadora Salzburg. Mesmerizada com a beleza das paisagens de montanha e com a singeleza do casario urbano, a imponência dos castelos e igrejas e, em especial, com a história de vida de Mozart, eu me sentia vivendo um conto de fadas ou fazendo parte do elenco do filme A Noviça Rebelde. Deixei a cidade a contragosto e, ainda embalada pelas delícias da cultura musical e gastronômica austríaca, cheguei a Viena num dia de forte nevasca. O taxi que me levou até o hotel mal conseguia circular em linha reta e derrapou infinitas vezes, quase batendo em outros carros estacionados ao tentar se desviar das grossas camadas de neve suja que se acumulava nas ruas. O frio era terrível e o aquecimento do meu quarto estava com problemas.

Desapontada e irritada com tanto desconforto, resolvi ligar para meu colega, antecipando uma noite de animadas conversas, muita cerveja e comidas apetitosas. Ele se prontificou de imediato a me pegar no hotel e me levar até sua casa. Quando lá chegamos, sua esposa me recebeu nitidamente constrangida, já que não falava inglês e eu não falava alemão. Tentávamos nos entender com sorrisos e gestos, mas tudo o que posso dizer é que o clima geral de retraimento combinava em cheio com aquele apartamento escuro e apertado. Sem graça, eu explorava com o canto dos olhos o local para tentar descobrir mais pistas sobre as razões da sisudez do dono.

Ao examinar uma mesinha lateral repleta de fotos de família, vi horrorizada o retrato esmaecido de um senhor vestido com o uniforme de oficial nazista. Embora não fosse uma imagem de glorificação da suástica nem trouxesse o braço estendido em saudação ao Führer, congelei de imediato. Um quase-pânico tomou conta de mim ao perceber que eu havia me colocado inadvertidamente dentro do covil de inimigos ideológicos. Devo ter ficado muito pálida porque meu anfitrião logo se deu conta do meu desconforto. Com uma voz cansada e triste, ele disse simplesmente: “É meu avô…”. Sem saber como prosseguir com a conversa, optei por não fazer mais perguntas e me calei. Mesmo assim, ele prosseguiu numa espécie de desabafo, me passando alguns detalhes de sua vida na infância e adolescência. Contou como havia sido alvo de bullying na escola por ser neto de uma figura tão odiada, a dificuldade de relacionamento com as meninas da mesma idade, o retraimento da família diante de vizinhos e como esse isolamento compulsório havia sido decisivo para ele escolher a psicologia como profissão.

Quando me acalmei, entendi que não estava diante de um apoiador entusiasmado do regime nazista, mas que, ao contrário, ele havia dedicado sua vida a tentar compreender as motivações psíquicas que haviam levado seu avô a aderir à ideologia supremacista. De qualquer forma, meu constrangimento persistia. Quando a conversa se esvaiu, saímos para jantar em uma famosa cervejaria na periferia da cidade. Meu anfitrião nitidamente se esforçava em trazer alguma leveza e descontração para nossas conversas, mas logo o clima mudou de novo. Quase engasguei com a comida quando mais uma vez ele sem querer fez referência ao nazismo, me contando que aquele local era frequentado habitualmente pela alta cúpula da SS.

Tudo acabou se juntando na minha cabeça para determinar um dos piores fins de noite da minha vida: o frio congelante, a dificuldade de locomoção, a dificuldade de comunicação, a falta de ar naquele apartamento sombrio, as histórias igualmente sufocantes da família, a falsa descontração à mesa e a quebra de expectativa com a cidade de Viena, praticamente uma antípoda da alegria ingênua de Salzburg. No dia seguinte logo cedo, arrumei minhas malas e fui embora com a sensação de página virada na minha angústia existencial. Nunca mais soube daquele homem de olhar perdido, sobrecarregado com tantas memórias tristes.

(*) Myrthes Suplicy Vieira é psicóloga, escritora e tradutora.

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SISTEMA NEO LIBERAL

(wilma legris)

SISTEMA NEO LIBERAL

……TEMA    PRINCIPAL:

…………………………………..ARISCO,

CAPITALISTA INVERTE O ……RISCO;

……………………………………..SÓ

…………………INVESTE..

……………………………………..NO

………………………………………..RISO   SARCÁSTICO

…………………………………………………….CÁUSTICO

………………………………………….DA

………………………………………CRISE                             ARTIFICIAL

………………………………………………………………………….MATERIAL

……………………………………………………………………..………..FISCAL

…….E……………………………CRIA                                  A

………………………………………………………………………..VILÃ

………………………………………………………………..MAIS  VALIA.

ACIONISTA,

……………………GRALHA    NEGRA DO

SISTEMA,

……………………. GARGALHA.

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Jeanny

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