Do site de A.M. Rudolf

Pelo modelo do ônibus da CMTC, do Chevrolet e da DKV, a foto da fachada do IE Caetano de Campos deve ser provavelmente dos anos 50,

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No “site” de Flavinha Beretta

Flavia Beretta

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Claudia Grande/ Projeto 60 anos

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QUNDO EX MINISTRO DA EDUCAÇÃO AFIRMOU QUE O NORDESTE NÃO PRECISA TER AULAS DE FILOSOFIA. A RESPOSTA VEIO RÁPIDA NUM EXCELENTE TEXTO DE MIRIAN MONTE.

Filosofia Nordestina (Mírian Monte)

Perdoem-me a intromissão,

Mas tem razão o Ministério da Educação.

Se o nordestino continuar filosofando,

Será um disparate, será desumano!

Imagine se surgisse outro Graciliano,

Uma nova Raquel de Queiroz…

O que seria de nós?!

O Brasil perderia as estribeiras!

Já pensou se resgatarem a Nise da Silveira?

Ah, meu pai amado, meu Jorge Amado!

Nem cravo e canela resolvem a querela!

“Parem o mundo que quero descer”,

Quero consignar essa queixa,

Parafraseando Raul Seixas.

E se os estudantes falarem versos

Contarem prosas,

Ou citarem Rui Barbosa?

Ariano Suassuna que assuma essa ciranda,

Porque nem Pontes de Miranda

Conseguiria solucionar!

E nem se fale em José de Alencar:

Imagine se “O Guarani” fosse uma trilogia!

Teríamos versos em tupi, na poesia!

Vou encerrar com Tobias Barreto,

Eu prometo!

Ou melhor seria com Castro Alves?

Que os anjos nos salvem!

Esse povo do Nordeste

É povo de muita sabedoria…

Imagina se nas escolas

Ensinarem filosofia?

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José Renato Nalini

Uma prática antiga

            *José Renato Nalini (in OESP)

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/uma-pratica-antiga

            A corrupção na educação brasileira é uma prática antiga. Há momentos emblemáticos a serem recordados, com o intuito de refletir sobre como evitar se reiterem. Um deles é a substituição de José Bonifácio de Andrada e Silva, nomeado tutor das crianças imperiais pelo abdicatário Pedro I e hostilizado pelos politiqueiros ávidos de usufruir do poder palaciano.

            O decreto ditatorial da Regência Permanente, de 14.12.1833, suspendera José Bonifácio do exercício de sua tutela e indicou para substituí-lo o Marquês de Itanhaém, Manuel Inácio de Andrade Sotomaior Pinto Coelho (1782-1867). Imediatamente reconduz à Corte D. Mariana de Magalhães, que fora afastada por Bonifácio.

https://saibahistoria.blogspot.com/

            Sua biografia é escassa de informações que pudessem enaltecê-lo. Menciona-se um vago curso de humanidades em Lisboa e um curso de infantaria em 1805. Era um desses medíocres que, de tanto gravitar em torno ao detentor do poder, acaba familiarizando-se com o círculo áulico de rastejadores. Era avesso a leituras, considerado pelos diplomatas estrangeiros um homem fraco e desprovido de talentos.

            Não oferecia resistência às exigências da libido, pois embora viúvo, suas três últimas esposas foram escolhidas entre a criadagem do Paço. Pandiá Calógeras dizia que o Marquês de Itanhaém tinha um “temperamento euxório”, pois gostava de se casar. E de se enviuvar…

            A imprensa da época, livre e desenvolta, noticiava com alarde os namoros do Marquês, encarregado da educação do futuro monarca e de suas irmãs. Descreviam-no como esquelético, com o trejeito de torcer o corpo a cada passo, a debulhar o terço sob o olhar zeloso dos arqueiros da Guarda Imperial. Machado de Assis, em “O Velho Senado”, pinta dessa forma a figura alquebrada de Itanhaém, na sua plena decrepitude qual múmia ambulante.

            Ainda assim, conseguia escolher entre as meninas que serviam no Paço, aquelas que o serviriam no leito nupcial. Carcomido, mas bom partido. Mais que fazendeiro, era um senhor feudal em Minas e Rio de Janeiro. Serviçal neutro e passivo, foi obtendo posições, títulos e mais honras, desde os tempos de D. João VI. Sua mediocridade e subserviência o tornaram indispensável para prover cargos que não exigiam tirocínio, inteligência ou acuidade. Não existe um discurso, uma página, um texto que se lhe possa atribuir.

            Um único relatório de Itanhaém à Assembleia Geral, de 15.05.1834, dava conta de suas funções como Tutor Imperial. Redigido por outrem, talvez Paulo Barbosa, camareiro e alcoviteiro muito influente à época. O Tutor não fez reservas sobre o estado de saúde do Imperador: era de débil constituição, de nervoso temperamento, sofria do estômago e mal havia escapado dos efeitos de uma febre cerebral.

            Procurava mostrar eficiência no projeto de preparação do menino de oito anos para o exercício do governo: “sua educação continua com pasmoso progresso, devendo muito ao talento e espírito indagador e refletido. Sua Majestade Imperial lê e escreve bem; traduz as línguas inglesa e francesa; aplica-se, além disto, à geografia, música, dança e desenho; nisto, principalmente, faz progressos admiráveis, por ser o estudo que mais o deleita. Apesar de aplicar-se a muitos ramos, não é fatigado pelos mestres, que exigem as lições com a parcimônia que as forças e idade do Augusto discípulo permitem”.

            Martim Francisco Terceiro, sobrinho-neto de José Bonifácio, chamava Itanhaém de “texugo de política noturna”. Texugo é pequeno mamífero carnívoro, espécie inferior de nossa fauna. O poderoso senhor feudal arrecadou e se apoderou do dinheiro que o Patriarca recusara, pois exercera a tutoria sem qualquer paga. E reproduz um discurso de Japiaçu, em que se alude à “voz pública não contrariada”, a proclamar que Itanhaém “fez do Paço dos Príncipes Pupilos hospedaria universal para todos os seus parentes, aderentes e escravos”.

            As práticas nefastas eram e continuam comuns. Com a agravante de que hoje se invoca o nome de Deus, usa-se da Bíblia para carrear recursos ilícitos aos apaniguados, ilude-se a ignorância fanática em sua inabalável e ingênua crença, com o descarado despudor dos crápulas.

            O que diria Aquele que expulsou os vendilhões do Templo, pois profanavam a Casa de Seu Pai? Ai dos que escandalizam os inocentes! Melhor seria não tivessem nascido…

            Corrupção na educação, portanto, não é novidade. Apenas sofisticam-se os métodos e se aproveitam das modernidades, que garantem eficácia maior nos métodos preordenados à lesão da Pátria.

*José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Presidente da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS – 2021-2022.

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Ivan R Guimaraes-Varella

Ivan, nosso colega de I.E. Caetano de Campos é bisneto do patrono da nossa escola.

Ele vive na França desde os anos 60, retirado em Ourville en Caux entre plantas e bichos depois de ter tido uma vida de sonhos em Paris, onde foi modelo de Pierre Cardim.

Agora, virado à natureza, é militante contra a caça e defende os animais com (suas) unhas e dentes.

Segue um texto em francês que ele publicou no seu site para que os leitores testem suas capacidades no idioma gaulês, aprendido nas salas de aula do IECC.

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Energie & Petits Bonheurs

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A méditer…

LECON DE MORALE à l’école primaire dans les années 1960.

La leçon de morale était la première leçon de la journée. Les maximes étaient inscrites sur le tableau noir dès le début de la classe. La leçon commençait par une histoire et se poursuivait par un commentaire du maître que je remercierai jamais assez de m’avoir appris tant de choses… Les maximes étaient souvent utilisées comme modèles d’écriture sur le cahier du jour. Les élèves y prenaient beaucoup d’intérêt et les assimilaient durablement.

J’ai connu ces leçons de moral . Elles me fascinaient et elles ont certainement influencé mon comportement ultérieur dans la vie en société, comme celui de mes camarades de classe. À cette époque, les instituteurs étaient respectés par tous les élèves et par les parents. La politesse était de rigueur. Le vol était à peu près inexistant chez les jeunes. On ne voyait pas d’enfants poussés au suicide par le harcèlement de leurs camarades.

Auteur inconnu

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Liana Cristina Trapassi publicou esta foto no Grupo Caetanista

Uma 1a série de ginasianas cheias de graça.

Não consegui identificar o ano e nem reconheci minhas coleguinhas; nem sequer a professora me parece conhecida; aguardo ajuda!

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Desaparecimento de Ely Goulart Pereira de Araújo

Eliana Sá· 

Anos 1940, Ely, com 17 anos, pega um trem na distante cidadezinha de Olímpia, no norte do estado, e muda-se sozinha para São Paulo, se hospedando numa pensão de freiras nos Campos Elísios.

Menina que não largava um livro, um jornal, uma revista, ela queria fazer Geografia, um novo curso que a aproximaria das paisagens que conhecia dos livros de Monteiro Lobato e da coleção O Tesouro da Juventude.

Da pensão, ela fazia o trajeto diariamente até o prédio da Caetano de Campos, na Praça da República. Isso por muitos anos, pois lá funcionava o preparatório e a faculdade — sim, passou com louvor pelo vestibular.

Ely contava de sua emoção de estudar com grandes nomes da Geografia francesa que eram professores da USP então e que implantavam aqui um curso aberto, universalizante, levando os alunos para campo, lendo e ouvindo aulas também em francês.

Sua formação se pautou muito por essa vertente. Extremamente curiosa, leitora voraz, ela deu aulas, escreveu verbetes de enciclopédia, textos técnicos.

Casada com outro geógrafo, seu ex-professor, e posteriormente professor emérito da USP, José Ribeiro de Araújo Filho, Ely participou ativamente da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB).

Sua maior paixão, fora os dois filhos e três netas, era viajar. Correu mundo, andou até de camelo no Egito.

Divertida e culta, dona das palavras-cruzadas que completava de olhos fechados, rodeada de livros, carinhosa, ela levou enfermidades difíceis por longos anos, enfrentando quimioterapias com garra de viver.

No domingo, 12, foi embora pra outra viagem. Sem reclamar um ai. Aos quase 97, que faria agora no dia 01 de julho, Ely Goulart Pereira de Araújo, nos deu um adeuzinho e partiu.

Vejam que orgulho e que sorte eu tive na vida de ter convivido com esta mulher, minha sogra.

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CISSA: para cantarmos juntos

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Paulo Cardim

20/06/2022 – Em Artigos

Blog da Reitoria nº 540, 20 de junho de 2022

Por Prof. Paulo Cardim

A 3ª Conferência Mundial de Educação Superior, realizada em Barcelona, Espanha, entre 18 e 20 de maio findo, desenvolveu diálogos sobre as 17 metas de Desenvolvimento Sustentável até 2030. A Educação, essencial para alcançar todas essas metas, é abordada no Objetivo 4, que visa “garantir uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”. Na Seção “Reinventando o ensino superior”, apresentou seis estratégias para a melhoria da qualidade da educação superior até 2030:

  • Acesso equitativo e sustentável ao ensino superior.
  • Experiência holística de aprendizado do educando.
  • Inter e intradisciplinaridade: diálogo aberto entre diversas perspectivas.
  • Aprendizagem ao longo da vida para jovens e adultos.
  • Sistema integrado com diversidade de programas e caminhos de aprendizagem flexíveis.
  • Tecnologia em apoio ao ensino, aprendizagem e pesquisa eficazes.

O documento identifica o cenário em evolução nas instituições e nos sistemas de educação superior, incluindo o impacto da pandemia de Covid-19. Reconhece os desafios e oportunidades associados às ameaças globais enfrentadas pela humanidade e pelo planeta, bem como grandes mudanças na educação superior na última década do século 20. Estamos entrando na terceira década do século 21, fato que exige transições e transformações mais radicais, mais ágeis.

Assim, as instituições de educação superior (IES) brasileiras mantidas pela livre iniciativa devem atingir suas próprias metas em relação ao acima transcrito Objetivo 4, incluindo-as, de alguma forma, no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), a fim de contribuírem para a qualidade da aprendizagem, a perenidade da instituição e inclusão no sistema federal de ensino superior.

O Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre educação para o século 21, mais conhecido como Relatório Delors – Jacques Lucien Jean Delors, político francês, ex-presidente da Comissão Europeia entre 1985 e 1995, presidente da Comissão – apontava OS QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO para o século 21, que se coadunam com as deliberações da Conferência da Unesco na Espanha, em maio deste ano.

A experiência holística de aprendizado do educando, a inter e intradisciplinaridade, a aprendizagem ao longo da vida, a aprendizagem flexível estão presentes nos quatro pilares, por diversas vezes referidos neste Blog, porque são indicadores altamente relevantes para a chamada “reinvenção” da educação superior. Nunca é demais lembrar que o Relatório Delors é de 1996 e a deliberação da Conferência da Unesco é de 1998. São passados, portanto, mais de vinte anos e os quatro Pilares da Educação para o século 21 são considerados irrelevantes por muitos professores e gestores educacionais. Vamos a eles.

Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.

Aprender a fazer, a fim de adquirir, não somente uma qualificação profissional, mas de uma maneira mais ampla competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações e a trabalhar em equipe. Mas também aprender a fazer, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ao desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho. Teoria e prática juntas.

Aprender a viver juntos para desenvolver a compreensão do outro e a percepção das interdependências — realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos — no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz. Trabalhar em equipe.

Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligenciar na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.

Todos nós educadores aprendemos sempre. A repetição dos QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21 sempre nos leva a refletir, quando se trata de “reinventar” a educação superior ou dar palpites sobre o futuro da educação. Creio que o futuro da educação, no século 21, foi delineado há mais de vinte anos. Após a conferência de 98, avançaram vertiginosamente as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs), mediadoras importantes do processo de aprendizagem. Nesse setor, ainda temos muito a aprender, em particular, no uso da Inteligência Artificial (IA). Mas aprender a aprender não é só para o educando. É, principalmente, para o educador.

“O POVO PRECISA DE DUAS COISAS: LIBERDADE E EDUCAÇÃO.

LIBERDADE PARA PODER VOTAR. EDUCAÇÃO PARA SABER

VOTAR”.

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Vera de Athayde Pereira  – carta escrita em 1968 para as normalistas do IE Caetano de Campos

Mil perdões, camaradas!

Foi necessário buscar antigos documentos – no caso minha certidão de nascimento – para encontrar a carta que dona Vera nos escreveu no momento de nossa formatura há quase 54 anos…

Emocionante poder lê-la novamente, sabendo que pouco depois de tantas palavras em busca da “alegria”, nossa professora foi atingida por uma leucemia; emoção tingida de tristeza…

Abraços,

wilma

“Queridas afilhadas 

Depois de três anos de convivio nesta escola, para mim muito querida, viajando pelo passado, as vezes árido da nossa História, ou refletindo juntas sobre as realidades brasileiras, nós nos entende mos muito melhor nos simples “bate-papos”, oficialmente chamadas “Aulas de Orientação”, onde um laço se fez e a realidade aí está: é uma Amiga que paraninfa uma turma de Professorandas e lhes dá as boas vindas na carreira que lhes abre a partir de hoje: Bem vindas! Bem vindas! 

Pensei em dizer-lhes Tanta coisa…. 

Debruçar sobre um papel e rabiscar a gratidão e reconhecimento pela amizade que me dedicam e o carinho com que estão me, acompanhando, está me parecendo, agora, mais difícil do que pensei. 

Não encontro palavras…sinto que apenas balbucio… 

Lembro-me, entretanto, que um dos denominadores comuns que nos uniram foi a música. Foi na quele “show”, o “SHOW”, recordam-se?, que nós nos entrosamos e que os elos da nossa amizade se sol daram firmes. A “Banda” do Chico e a “Disparada” cantada pela Lúcia, foram realmente um sucesso sob todos os aspectos e de les guardo muita saudades. 

Mas o sucesso maior foi que, a partir daí, nós nos tornamos amigas, aquele impossível aconteceu num mundo onde é lugar-comum considerarem-se as gerações em choque. Choque positivo o nosso: re sultou entrosamento, compreensão, algo que durou e, tenho a certeza, durará sempre, ainda que as pis tas a seguir de agora em diante sejam bem diversas. 

Falei na música que nos uniu: é dela mesmo que quero aproveitar a linguagem para dizer o que sin to no momento. Perdoem-me o plágio… 

“Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu a gente estacou de repente ou foi o mundo que cresceu? a gente quer ter voz ativa no nosso destino mandar mais eis que chega a Roda-Viva e carrega o destino para lá” Vivemos nossa Roda-Viva e estamos sendo triturados por ela. Tenho a certeza, entretanto, que ainda assim podemos criar algo de belo e positivo, algo que não pareça na vida: “Cantar o amor antes que o amor acabe” esperar como Pedro Pedreiro alguma coisa “Mais linda que a vida, maior que o Mar”. 

Cantem o amor, espalhem alegria. Inundem de alegria o ambiente em que viverem: suas casas, suas escolas, suas classes, seus filhos… Não temam dá-la demais. Falta tanta alegria no mundo. Não deixem que as coisas belas se acabem: alegria, amizade, bondade e beleza não são meros conceitos cheios de utopia. Existem, nós as sentimos mas sobretudo devemos nos esforçar para coloca-las em nossa vida e na dos que nos cercam. Façam com que “Gente triste possa entrar na dança e que gente grande saiba ser criança”… e que todos sintam que a vida é boa para quem quer cantar. 

Abraçando-as, quero dizer a cada uma: Não tenham dúvidas que havemos de cantar despreocupa das, felizes com alegria em breve. 

Felicidades 

Vera de Athayde Pereira 

Dezembro de 1968 “.

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Imagens publicadas no site de Antonio Marcos Rudolf

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