Lu Camargo deixou um recado para o Grupo “Caetano”

Em 1997, a CONVIVIUM Eventos e Promoções, organizou o encontro de caetanistas, da década de 50; eu participei daquelas reuniões e encontrei várias colegas; foi muito gostoso.

Vejam a foto que tiraram na reunião, onde éramos os formandos do ginásio de 1950 a 1959. Foram muito poucos colegas; estavam a Suely Bueno, Yara Gustavo, M.Luzia Andrade, M.José Bogus, da turma do Normal…

Wilma, o copiou e também o colou! (E adicionou)

2018

 

 

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Reflexões do leitor Pedro Paulo Lanetzki

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infociudad24.com

A perpetuação da energia e da matéria é ditada por nada se criar, nada se destruir e

tudo se transformar.

O combustível ao se queimar, movimenta o veículo realizando trabalho; o gás carbônico

gerado é assimilado pelos vegetais e acaba se transformando em alimentos para os animais,

estes são por sua vez  sustentáculos para outros participantes do ecossistema; assim os ciclos

não tem fim; tudo gira pela sua perpetuação; nada passa incólume a esses princípios.

As perguntas nuas e cruas que ficam, independentes de todos os dogmas existentes, é o

questionamento do princípio; houve um princípio? do nada se fez tudo?

Outro questionamento é o do fim; existirá o fim?; tudo deixará de existir?

Esses princípios serão perpetuados ao longo do tempo, para todo o universo?

Existe uma razão de tudo isso existir e a presença do Criador preenche essa razão, mas

para o nosso parco conhecimento, isto não se satisfaz; deduz então, que muito teremos

que aprender, se é que um dia nos será dada essa graça.

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Pedro Paulo Lanetzki

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As fotos do encontro das normalistas IECC – 68 que a Cleusa tirou

Nossa “Pedrita” – Cleusa Regina di Fonzo – tirou algumas fotos do encontro normalista de outubro 2018, quando a Casa Caetano de Campos recebeu as normalistas formadas em 68.

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No final dos anos 90 novamente nos reunimos graças à Convivium; éramos jovens quarentonas…

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Conosco ainda estava a Inês, que acompanhada do marido, vimos pela última vez.

Depois daquela ocasião apenas em outubro deste ano revi Maristela de Paula Santos (a 1a na imagem); quanto a bela Inês Gabrielli – que continua a mesma – havia recontrado em 2010 na ocasião da publicação do meu livro de memória, no Bardo Batata.

O tempo foi passando – e como! – mas a amizade da gente  continua o desafiando: vejam as fotos que a Cleusa compartilhou conosco que dizem respeito à nossa visita à Casa Caetano de Campos: Maria Luiza Krempel e Verinha Rosito nos retratos individuais.

Na imagem da antiga Sala A. Guião, onde eram defendidas as teses da USP quando a FFCL mudou-se para o recém-criado 3° andar em 1939/40, hoje rebatizada Sala Ermínio de Moraes, podemos distinguir Clarisse Liria-mestre cuquinha, Roseli Nitrini e Vera Tordino; em azul reconhecemos a Maristela, Aurelina Souza, minha tia-caetanista Maria L. César Schiesari e Maria Helena Santiago Costa.

Depois do encontro solene, fomos visitar a exposição contendo parte do acervo da nossa Escola, muito bem colocado em cena no hall do teatro da Secretaria da Educação.

Para aqueles que gostariam de rever o “ambiente” IECC, ainda pode-se visitar a exposição; porém necessitam agendar a visita e preferencialmente em grupo.

 

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Vera L. Ramadas Cleto – Hoje lembrei-me dela.

Filha de Edson e de Ruth Cleto, o pai treinador de tênis no Clube Pinheiros nos anos 60 e a mãe tenista até os 90 anos de idade, Vera Cleto brilhou na nossa sala de aula, de 1962 até 1965, muito embora tenha sido minha coleguinha de classe desde o 1° ano do Curso Primário.

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Dia 14/12/18 – Encontro da turma do Normal de 1965 do IECC

Encontro com a Turma de 1965 do Curso Normal do I.E.  Caetano de Campos.

Sonia, Mariá, Mara Lúcia, Maria Emília, Rosely, Cibele, Maria Cecília fizeram parte do grupo.

Maria Cecília Thomazi prometeu nos enviar fotos e uma reportagem!

Quem precisar das coordenadas da Maria Cecília basta escrever para w.legris@gmail.com

Sonia, Mariá, Mara Lúcia, Maria Emília, Rosely, Cibele, Maria Cecília.

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DAR CHANCE À INTELIGÊNCIA

O Brasil parece anestesiado e inerte ante ao que ocorre no planeta. Enquanto outros Países superam dificuldades muito superiores às nossas e levam a sério a educação, aqui prevalece a mesmice. Não se concede espaço para a criatividade e para a audácia. Tudo tem de ser normatizado, regulamentado, definido na teia de exigências formais que a tudo sufoca. Inclusive a inovação, sem a qual o País não caminhará rumo ao amanhã.

Não é por falta de incentivo. Se levasse a sério a inovação, o Brasil poderia mudar o cenário de desalento entre cinco e dez anos. Quem afirma é a Diretora Executiva do MIT – o Massachusetts Institute of Technology, onde comanda o IPC-Industrial Performance Center. Ela veio trazer um pouco de ânimo a um dos setores que há muito tempo descobriu que o figurino da educação formal é insuficiente para enfrentar os desafios da vida real. O SENAI, um dos eixos do fabuloso sistema “S”, que é a resposta de quem sabe o que é trabalho – muito diferente de uma Administração Pública rançosa e costumeiramente distribuída em fatias entre os apaniguados.

O MIT desenvolveu um projeto de pesquisa para acelerar a inovação no Brasil. Para isso, é preciso aumentar a integração do País com o mundo. Não fazendo com que nossas melhores inteligências migrem para outros espaços onde elas são reconhecidas. Mas flexibilizando as regras locais, um caótico sistema de proibições, para facilitar o acesso a centros de inovação internacionais.

De acordo com a especialista, “a regulamentação é asfixiante”. Os bons exemplos – raríssimos – são aqueles em que o Poder Público não pode interferir, como a FAPESP, ora sob o comando de uma figura notável, o Professor José Goldemberg, que já esteve também subordinada a outra legenda pátria, o Ministro Celso Lafer. São essas as pessoas que podem ajudar o Brasil a sair do lodaçal medíocre e que enfrentam dificuldades, a partir da miopia estatal, evidente fator de empecilho à desenvoltura que seu esforço poderia obter.

As três condições para o Brasil inovar, diz Fernanda Negri, pesquisadora do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, são pessoas qualificadas, infraestrutura adequada e ambiente de incentivo ao empreendedorismo. Todas elas ainda carentes e debilitadas, porque o Governo está mais preocupado em se preservar, em eleições e em agenda que só interessa a quem não acredita em renovação. E se assim está bom para quem manda, por que inovar?

José Renato Nalini é Reitor da Uniregistral, escritor e jornalista, conferencista e palestrante.

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Leandro Karnal
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Como estudar

Leandro Karnal

Um bom estudante é alguém focado e que tem clareza madura sobre o que deseja

Leandro Karnal, O Estado de S. Paulo

14 Novembro 2018 | 02h00

Querida Camila Karnal: você me perguntou sobre método de estudo. Tenho algumas indicações que podem servir. Examine se servem para você, pois nenhum sistema é universal. Todas as indicações devem ser testadas e avaliadas no seu universo e adaptadas a suas metas.

A primeira pista é a regularidade. O cérebro responde à rotina com entusiasmo. Se puder, estude sempre nas mesmas horas, acordando no mesmo horário e no mesmo lugar quando possível. Nunca deixe para estudar “quando der vontade”. Estudo não precisa de inspiração, vontade ou dia propício. Somente crianças imaginam que o prazer seja a única causa da ação. Adultos sabem que devem fazer para colher mais adiante.

Foco é tudo. Nunca se pode estudar com fonte de comida permanente por perto, janelas que se abrem para paisagens interessantes. Você deve estar suficientemente confortável para não pensar em partes do corpo sendo machucadas e suficientemente focada para não dormir. Sempre e acima de tudo: não é possível estudar com celular anunciando mensagens. Marque horários para ver seu oráculo eletrônico e não controle a hora pelo celular: senão, não funciona! O maior inimigo da concentração é o seu smartphone. Quem não quer estudar deixa o aparelho acessível. Quem deseja focar com sucesso tranca em gaveta longe do seu ambiente de trabalho.

Um bom estudante é alguém metódico, focado e que tem clareza madura sobre o que deseja. Aqueles que não têm tais valores irão abordá-la com convites e desestímulos. Fuja deles.

Concentração é treino. Se você conseguiu meia hora de leitura plenamente atenta, vá aumentando aos poucos. Se sentiu fraquejar a compreensão, levante-se, lave o rosto, respire e volte. O uso de recursos como café deve ser moderado. Água ajuda a manter o corpo bem e os intervalos para o banheiro são pausas boas.

Estabeleça metas ambiciosas e reais para seu estudo. Qual o tempo de que você dispõe? Qual o volume de coisas? Tenha diante de si sua meta escrita e colocada de forma visível: a prova, o concurso, o semestre, o trabalho.

Existem muitos tipos de retenção de informações, querida Camila. Algumas pessoas precisam escrever e fazer esquemas. Outras usam marcadores de textos. Há pessoas que necessitam falar em voz alta o que estão estudando. Explicar para um colega de estudo funciona, ainda que o estudo seja sempre um ato solitário. Revisar em grupo (se for turma focada) é estimulante.

Fique atenta ao seu ritmo. Em qual momento começa a decair o foco? Quando está lendo e já não se lembra do que viu segundos atrás? É hora de uma pausa. O intervalo pode ser muito breve ou mais longo. Não ignore seu cansaço, porém não seja escrava de cada bocejo dado. De novo: atenção depende de treino.

Se algum problema a aflige antes de começar a estudar, escreva em um papel e o coloque de lado. É uma técnica para pensar naquilo depois.

Faça esquemas, listas de conceitos, frases importantes, ideias centrais emolduradas com cores e vá constituindo folhas organizadas. Pode parecer antigo, mas no caso de estudo é melhor fazer a mão, pois reforça a retenção e compreensão. Alguns estudos mostram que usar lápis ajuda ainda mais a reter o estudado do que se usarmos caneta. Talvez seja exagero. O importante, reveja muitas vezes o que escreveu. Varie: fale em voz alta, reescreva, repita, imagine melodias para os textos e conceitos e todo recurso que você considerar válido.

Estudar é para gente amadurecida. Se você precisa de alguém mandando ou estimulando, verificando ou cobrando, ainda não chegou lá. Você estuda porque isso vai transformar sua vida, vai lhe abrir horizontes e portas e irá desenvolver o seu potencial. Estudar é um prazer, acima de tudo, mas para chegar ao patamar do prazer (como com a musculação ou a dança clássica) é preciso suar um pouco e até enfrentar alguma dor. Os franceses chamam de “gosto pelo esforço” a essa determinação: goût de l’effort.

Eu descrevi ambientes ideais. Nem sempre dispomos deles. Seu avô estudava línguas com listas de palavras no ônibus a caminho de Porto Alegre. Conservei algumas com palavras em latim e inglês que ele ia memorizando no transporte. Temos de intensificar o resultado aproveitando muito. Depois de alcançar suas metas diárias e semanais, relaxe, saia com amigos, namore, caminhe e respire. Equilíbrio é fundamental. Esperar demais da máquina cerebral leva o motor a ter problemas estruturais. Não forçar nada faz do estudo algo ineficaz.

A força de alguém que sabe o que quer é avassaladora. Em um mundo de gente seguindo impulsos variados e cedendo a obstáculos imediatos, a dedicação intensa brilha como um diamante puro. Não importa muito o que você será em dez ou vinte anos. Há muitos destinos possíveis, todos passam pelo esforço do estudo. Aquilo que você investir nessa fase de formação é puro e líquido lucro a colher depois. A Camila de 2035 se voltará, saudosa e agradecida, à Camila de 2018. Você precisa acreditar no esforço e nunca desistir. Em um sábado à tarde ou domingo pela manhã, estudando sozinha e tendo recusado muitos convites, você terá demonstrado que seu projeto de vida vai além do fim de semana. Agora, releia tudo que escrevi, adapte à sua realidade e mude à vontade. Tudo é relativo, menos a história de afastar o celular. É preciso ter esperança!

Nota: leia a coluna de Leandro Karnal de hoje no jornal OESP depois de bem analisar a imagem abaixo:

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Stapico

Caçando Sonhos em Águas Frias. Técnica mista.

 

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