25 de abril de 2012: Salão do Livro de Genebra. “Crônicas e contos cruéis” no estande da livraria Varal do Brasil.

Queridos leitores:

Noutro dia fiz um artigo sobre o quadro Os embaixadores, de Hans Holbein, o Jovem, dissecando a sua composição, que no fundo é uma alegoria da vaidade.

Ninguém reagiu; naquele momento eu estava  me sentindo um pouco como Jean de Diteville e o seu primo Georges de Selve, muito vaidosa com o que tem ocorrido comigo: ter encontrado gente interessante, participado do Salão do Livro  de Paris, assistido aos debates entre autores brasileiros que desconhecia e a partir de hoje, participar do Salão do Livro 2012 de Genebra.

Também devo lhes dizer que proximamente a Librairie Portugaise et Brésilienne de Paris vai patrocinar uma tarde de dedicatória para que eu possa receber os amigos. Vocês querem vir?

Por fim, caso estejam de férias na Suiça, a partir de hoje e até o dia 29 de abril, poderão encontrar muitos livros em português, inclusive o meu, no estande da Livraria Varal do Brasil.

Abraços vaidosos,

wilma.

25/04/12.

Confiram a presença da morte nesta imagem.

Crônicas e Contos CruéisCapa do livro que se encontra no estande da Varal do Brasil- Salão do Livro 2012-Genebra; catálogo à disposição no

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2 respostas para 25 de abril de 2012: Salão do Livro de Genebra. “Crônicas e contos cruéis” no estande da livraria Varal do Brasil.

  1. José H. Manzano disse:

    Olá Wilma,

    Desta vez não será por falta de comentário. Antes de mais nada, meus parabéns pela participação no Salão do Livro de Genebra.

    Achei interessante uma coincidência: no mesmo ‘post’ em que fala de Genebra, você voltou a falar dos embaixadores. Pois imagine que justamente ontem eu estive no consulado para refazer meu passaporte (já é o nono!) e tive uma agradável conversa com o Cônsul-Geral do BR em Genebra. Que, diga-se de passagem, embora exerça função consular, tem o estatuto de embaixador, grau mais elevado da carreira diplomática. Só se chega lá por mérito.

    Estes últimos anos, nosso consulado tem sido mais e mais frequentado. Consequência da expatriação de multidões de brasileiros, que começou nos anos 90 e continua. As representações diplomáticas brasileiras no exterior não estavam preparadas para esse acréscimo de afluência e, pior, o Itamaraty levou anos para se dar conta de que a situação tinha mudado radicalmente.

    O resultado foi que, ano após ano, o atendimento em Genebra foi se degradando até que, um ano atrás, tinha-se tornado caótico. Hordas de ilegais se espremendo diante de apertados guichês, falta de informação, atendentes grosseiros, descaso, gritos, maus tratos, um caos. Nem uma cadeira havia para acomodar senhoras ou anciãos. Nem um móvel onde se apoiar. Para se conseguir alguma coisa, só na base da cotovelada. Não sei como costuma ser em Paris, mas na nossa acanhada e pacata Genebra era um espetáculo bizarro, inusitado.

    Um ano atrás, cheguei a mandar reclamação por escrito ao cônsul. Respeitosa, mas firme. Muito educadamente, ele me respondeu garantindo que estava fazendo o necessário para que o consulado voltasse a ser o lugar civilizado que era. E não é que conseguiu?

    Fui ontem muitíssimo bem recebido, com hora marcada. Explico aos mais jovens que ‘marcar hora’ hoje se diz ‘agendar’ — é a mesma coisa. Gentilezas, sorrisos, vozes suaves, cadeiras, pronto atendimento, balinhas para adoçar o ambiente. Inacreditável a mudança. Já escrevi ao cônsul hoje mesmo. Acho que a gente tem de saber reclamar quando precisa, mas faz falta também elogiar quando a situação merece. Quem vira as costas e vai-se embora sem agradecer é meu gato, quando acaba de comer, mas essa já é uma outra história.

    Brasileiros de todos os quadrantes! Se não estiverem sendo bem tratados, não hesitem: venham a Genebra. No Consulado-Geral, pelo menos, serão bem tratados. Já é alguma coisa.

    E a você, cara Wilma, votos de boa continuação e de sucesso na nova carreira literária.

  2. Pingback: Brasileiros em Genebra. | Caetano de Campos

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