iecc-memórias – CLXXXIV – Guerra de egos: Cyridião Buarque e P.P..

Para aqueles leitores que seguem “a batalha” entre P.P. – que escreve no jornal OESP e Cyridião Buarque, que ali responde – , chegou a vez do nosso lente se defender.

Sabido que em dezembro de 1892 viria a ser publicada a Reforma da Educação Paulista, os prós e os contras jogam duro na arena onde brigam dois galos.

29/10/1892- jornal O Estado de São Paulo:

Sobre as notas pedagógicas  1912 manuel cyridiao buarque

1892:

Cyridião Buarque escreve ao jornal OESP, agradecendo os que lhe apoiaram, com o objetivo de destruir as falsidades que circulam sobre si; resumo aqui suas ideias:

“Seu opositor(P.P. – nota minha) o acusa de não conhecer nada sobre pedagogia e de  ignorar de visu  o funcionamento das escolas paulistas, além de ter classificado os seus professores de « ignorantes e icompetentes », e nesse caso o responsabilizando .

Cyridião Buarque aconselha o articulista a informar-se sobre a sua idoneidade. E cita vários parágrafos de diversos jornais sobre a situação das escolas, dos alunos e dos professores, desde 1892, quando o ensino normal visava apenas o magistério primário; segundo ele,  a situação, entretanto evoluiu, com a busca aos cursos de ensino para outrs níveis.

Ainda, o lente fala da necessidade da habilitação profissional como meio de progresso, e considera contraproducente que elementos sem formação na Escola Normal, ensinem.

A EN oferece dois anos de ensinamentos práticos, considerando que embora estes sejam ainda deficientes no teor « psicologia  e pedagogia e moral »diferem-se daqueles das Escolas Complementares, que igualmente têm fornecido professores ao magistério primário.

Cyridião Buarque lembra ainda que em 1907 recusou convite para estudar reformas no ensino oficial de São Paulo; assina  o artigo aos 26 de outubro daquele ano.

                                                           

(Pawlow- ou Pavlov in: Psychologie der Wahrnehmung)

Pela edição de 22/10/1912, do jornal OESP, tomamos conhecimento que a nova palestra do professor Georges Dumas leva “Pavlov” como tema.

Na edição de 29/10/1912 do mesmo jornal, encontra-se anunciada a penúltima conferência do professor Georges Dumas, às 20h30’ no anfiteatro da nossa escolar. Tema: A Filosofia de Nietzsche. Entrada franca. 

(in wikipédia)

 

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