Caetano de Campos: o juiz julga a ação improcedente aos 24 de agosto de 1976

queridos leitores:

Apesar do nosso blog não estar” embrulhado para presente”, sempre tem alguma coisa interessante.
Por acaso, chegou-me esse recorte de jornal onde se lê que alguns ex- caetanistas, liderados por Plinio Tadeu do Amaral Malheiros* resolveram se mexer para que o prédio do IE Caetano de Campos não virasse apenas a entrada da Estação do metrô.

Bom também é citar o nome de Georges Menezes Gomes pelo julgamento que fez e que encerrava(ou enterrava?) as atividades daquele moribundo estabelecimento de ensino.

Como o texto nos chegou em formato microscópico, vamos esperar que a pesquisa do ieccmemorias, que ainda não atingiu os anos 70, consiga logo nos informar sobre o infortúneo caminho tomado pelas “otoridades” da época, destruindo mais um dos símbolos da cidade; e a palavra “símbolo” se ajusta bem, tanto para o corpo docente como para o corpo discente, pois a qualidade, então inferior do ensino e a alienação dos novos frequentadores da escola, já se fazia sentir.

Abraços impugnados,
wilma.
30/01/2016.

Affichage de Folha de Sao Paulo 1976 08 24.jpg en cours...

 

 

 

 

*
Plinio Tadeu do Amaral Malheiros

Desembargador Plinio Tadeu do Amaral Malheiros, integrante da 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, falecido no sábado, dia 18 de junho de 2005.

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