PARTE II – Caetano de Campos – 1° Semestre de 1932 na ENC.

12/01/1932(OESP)

(…) deverão abrir-se a 22 do corrente , as matrículas nas escolas normais do Estado. De 22 a 27, serão matriculados os promovidos do ano anterior e os repetentes; de 28 em diante, os novos alunos do 1° ano e os repetentes de quaisquer ano. O requerimento de matrícula será dirigido ao diretor da escola, instruído com a prova de pagamento da primeira prestação da taxa de matrícula(120$000) e outros documentos.

(…) Nenhuma escola normal poderá organizar mais de duas classes do primeiro ano, não podendo a matrícula exceder 50 alunos em cada uma; o Instituto Caetano de Campos poderá organizar até três classes.

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  NADA FOI ENCONTRADO NOS ARQUIVOS DO OESP diretamente sobre a ENC para os meses de Fevereiro, Março, Abril, Maio e Junho de 1932.

Em compensação, a Escola Normal da Praça é chamada Instituto de Educação e/ou Instituto Caetano de Campos.

Escreve-se muito sobre as escolas normais de Campinas, Pirassununga e sobre as novas “escolas normais livres”, principalmente pela EN Padre Anchieta.

 

                           Capa 2276 - Jornais(Acervo-Memorial de 32)

Segundo as parca informações encontradas na Wikipédia pt, o ano de 1932 se resume nos seguintes fatos mais importantes:

 

Não foi a toa a escassez de informações sobre a ENC, que no seu seio integrava membros que queriam combater o governo federal.

Segundo a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo, através do site Institucional Histórico,

“A Revolução Constitucionalista de 1932 foi o movimento armado ocorrido no Brasil entre julho e outubro de 1932, onde o Estado de São Paulo visava à derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a instituição de um regime constitucional após a supressão da Constituição de 1891 pela Revolução de 1930. A morte dos jovens Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (MMDC), no dia 23 de maio de 1932, foi o grande estopim para a revolução, que estourou no dia 09 de julho, em uma manifestação na Praça da República, na região central da Capital. Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil. No total, foram 85 dias de combates, com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas não oficiais reportem até 2.200 mortos, sendo que inúmeras cidades do interior do Estado sofreram danos devido aos combates.”

Jardim da Infância junto à Escola Normal (atual escola Caetano de Campos) na praça da República. Projeto de Ramos de Azevedo.:
(São Paulo Antiga e Moderna – O Pavilhão do Jardim da Infância onde hoje se encontra a Av. S. Luiz)

Selecionei para vocês alguns vídeos que lhes serão de utilidade para compreenderem a situação do Estado de São Paulo e da sua capital, assim como para entenderem como a Escola Normal da Capital se engajou no movimento, abrindo uma sessão destinada a logística de oficiais, com a paticipação de muitos pais e mães de alunos, gente da alta e média sociedade, resquício da classe dominante cafeeira, agora também industrial e comercial, abalados todos com a crise de 29 e a ruptura dos governos “Café-com-leite”.

Tudo será postado na página de amanhã.

Abraços movimentados,

wilma.

18/06/2016.

 

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