PARTE II – Caetano de Campos – O ano de 1934.

Janeiro 1934 –  NADA ENCONTRADO

Fevereiro 1934

02/02/1934(OESP)

O lente da ENC , Silveira Bueno, realizou a revisão dos livros da série “Cruzeiro do Sul”, de G. Lacerda Ortiz (ver anúncio)

                   Afficher l'image d'origine(Hist. que não foram contadas)

23/02/1934(OESP)

Anúncio:

Sob Inspeção Federal

Diretor: Armando Gomes de Araujo

Curso de admissão ao Gymnasio e à Escola Normal

Rua das Palmeiras, 123 –telefone 5-5299

                           

 fevereiro 1934

Março  NADA

ABRIL

14  e 15/04/1933(OESP)

Editais

Cncurso do Banco do Brasil

Última convocação:

Dia 17 do corrente às 19h30’ no edifício da Escola Normal  para as provas de português e datilografia;

Quarta-feira : contabilidade;

quinta-feira: francês e inglês.

Seguem os números dos 242 inscritos, chamados para o exame de habilitação.

 

MAIO e JUNHO – NADA PUBLICADO

JULHO

08/07/1934(OESP)

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Sessão Cívica no Centro Paulista

21 horas: Falou, além do dr. Adolpho de Oliveira Coutinho, presidente do Centro, o deputado Carlos de Moraes Andrade, descrevendo o quadro paulista em meados de 1932:

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(mmdcjaguariuna.blogspot)

 (…) Eu vi a velga Faculdade de Direito transformada em quartel; vi a austera Escola Normal e o “garrulo” Jardim da Infância transformados, numa só manhã, em postos de alimento, de concentração e de exercitação de voluntários; vi jovens, homens feitos, velhos e crianças, solteiros, casados, fortes e fracos, sadios e enfermos procurando alistar-se, fardar-se, instruir-se, equipar-se e partir; vi mulheres mulheres de todas as condições , idades, hábitos e forças, apresentar-se para o trabalho de enfermagem, de costura, de escritórios e até de transporte (…)”

    Afficher l'image d'origine

AGOSTO – SETEMBRO e OUTUBRO   NADA PUBLICADO

NOVEMBRO

24/11/1934(OESP)

Instrução Pública

Expediente do dia 23:

Foi dispensada, a pedido, Celeste Cardoso Teixeira, do cargo de substituta efetiva da escola Primária anexa ao Instituto de Educação.

 

DEZEMBRO  NADA PUBLICADO

Visto que não encontrei muitas coisas sobre a nossa escola, segue uma curiosidade garimpada no site da VEJA.

Tag: Silveira Bueno
Consultório 01/03/2012 às 11:37
Religião vem de ‘reler’ ou ‘religar’?

“Minha dúvida diz respeito à origem da palavra ‘religião’, que obviamente procede do latim ‘religio’. Porém, uma visão muito difundida (e que me parece falsa) diz que ‘religio’ se origina do mesmo latim, no verbo ‘religare’, tendo sentido de ‘religar um homem a uma divindade’. Confere?” (Arthur Ribeiro) No momento…

 

De onde vem? 28/06/2011 às 15:07
O que o picareta tem a ver com a picareta?

A pergunta acima tem mais de uma resposta. Se dermos crédito ao etimologista brasileiro Silveira Bueno, o único em quem encontrei uma tese sobre o assunto, a relação é simples: o picareta teria vindo diretamente da picareta, por sentido figurado. Em outras palavras, a acepção de “pessoa embusteira, aproveitadora, que…

 

De onde vem? 22/02/2011 às 17:14
O presente que o presente nos dá

No dia do aniversário de uma pessoa para lá de querida, mergulho nos livros para entender por quais caminhos a palavra presente – do latim praesentis, “que está à vista, ao alcance da mão; manifesto, imediato” – chegou a ter sentidos tão diferentes quanto “tempo atual”, que é óbvio, e…

 

De onde vem? 30/11/2010 às 13:03
Esculhambando a etimologia

O verbo esculhambar é um brasileirismo nascido no século 20, sobre isso concordam todos os filólogos. Mas termina aí o que a palavra tem de pacífico. Com suas acepções de “repreender de forma rude ou ofensiva”, “bagunçar, avacalhar” e ainda “estragar, quebrar, causar dano a”, esculhambar divide os estudiosos em…

(Eu tenho uma explicação mais simples, porém menos nobre: retirando o prefixo, chegamos à palavra culh…)

De onde vem? 14/09/2010 às 16:44
Quando o despautério faz todo o sentido

Despautério, vocábulo sonoro de sabor antiquado, sempre foi uma das minhas palavras preferidas para designar um disparate, um contra-senso, um despropósito, algo que ofende a razão ou o bom senso. O fato de vivermos num país em que despautérios dão mais que maria-sem-vergonha é um estímulo permanente ao enriquecimento do…

 

De onde vem? 17/08/2010 às 14:00
L.A.R. Appius foi ou não foi o primeiro larápio?

Um velho livro sobre casos pitorescos da língua portuguesa, chamado “Frases e curiosidades latinas”, de Arthur Rezende, conta esta historinha saborosa sobre o termo larápio – que, como se sabe, é sinônimo de ladrão, gatuno: Houve em Roma um pretor que dava sentenças favoráveis a quem melhor pagava. Chamava-se ele…

 

De onde vem? 10/07/2010 às 8:05
Os candidatos, esses cândidos…

Com o fim da Copa do Mundo, amanhã, a coluna não precisa de bola de cristal para eleger desde já “candidato” como a palavra das próximas semanas e meses. Palavra curiosa: o latim candidatus, que inicialmente queria dizer apenas “vestido de branco”, passou a designar os aspirantes a cargos eletivos…

 

 

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