1886 -b) 2° trimestre: Antonio da Silva Jardim; fuga de cérebro do setor público ao setor privado.

MARÇO 1886  

 

30/03/1886 (APSP)

Reforma da Instrução Pública, por Rangel Pestana.

a reforma da instrucçao2 (clicar à esquerda para ler o artigo do jornal; clicar novamente quando o link reaparecer)

 

30/03/1886, PÁGINA 1 Edição Nacionalhttp://recorte.acervo.estadao.com.br/recorte/thumbnail.img?coordenadas=317%2C773%2C374%2C788%7C317%2C773%2C341%2C780%7C346%2C773%2C374%2C780%7C328%2C781%2C350%2C788&arquivo=18860330-3302-nac-1-999-1-not&p=930272e4b585e5

 

 Abril 86

03/ , 10/ 11/ 21 e 22/04/1886 (APSP)

Na assembleia provincial, por duas vezes ainda se falou sobre a dispensa de idade para que os candidatos se matriculem na Escola Normal.

 

04/04/1886 (APSP)

Congresso pedagógico.

Reunião hoje de professores e alunos-mestres da Escola Normal no sobrado da rua São Bento, 34.

Centro velho de São Paulo
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21/04/1886 (APSP)

Assembleia

Na dita  do dito n. 189, mandando admitir a exame de pedagogia o capitão Paulo Pinto de A. Rangel.

 

17/04/1886 (APSP)

 Discussão a ser votada na ordem do dia na Assembleia Provincial sobre a obrigatoriedade do ensino público e sobre o ensino de religião na Escola Normal, opondo conservadores e republicanos.

18/29/04/1886 (APSP)

Na Assembleia:

  1. Rangel Pestana – é aprovado em escrutínio secreto em 1ª discussão o projeto n. 150, equiparando os normalistas da Antiga Escola Normal o professor público José Augusto de Toledo Barbosa.

22/04/1886 (APSP)

Escola Normal

Declarou o governo ao diretor interino da Escola Normal que, incumbindo a congregação aprovar ou rejeitar os compêndios de ensino propostos pelos professores, cabe-lhe, no caso de deixar de ser feita pelo professor de alguma cadeira a respectiva proposta, escolher para serem adotados os compêndios que se considerarem necessários.

29/04/1886 (APSP)

  1. Rangel Pestana discute em plenário o mau uso de favores aos apadrinhados de políticos por habilitação ou equiparação sem ter sido normalista, da Escola Normal e diz: “ Criou-se a Escola Normal para que o ensino dado fosse dado debaixo de um certo plano e regra, afim de que fosse doutrinado para o bem do ensino todo aquele que aspirasse à profissão de mestre.Nem sempre um cidadão respeitável e mesmo ilustrado pode ser um bom mestre.”

 

MAIO

02/ e 06/05/1886 (APSP)

Lições de cousas – O sr. Conselheiro Ruy Barbosa traduziu, adaptando às nossas escolas, o compêndio de N.A. Calkins sobre –Primeiras Lições de Cousas.

(…)

O governo da província, atendendo ao merecimento da obra já chamou à atenção do diretor da Escola Normal para a conveniência de sua adoção neste estabelecimento de ensino, e a do inspetor geral da instrução pública para que a faça adotar nas escolas primárias da província.

Raríssimo e curioso livro “Primeiras lições de cois
Alberto Lopes –

 

05/05/1886 (APSP)

Licença de tres meses concedida ao bacharel e professor da Escola Normal, o dr. Antonio da Silva Jardim.

 

15/05/1886 (APSP)

Santos

O prfessor Silva Jardim, da Escola Normal se encontra nesta cidade gozando a sua licença.

 

18/05/1886 (APSP)

Concedida autorizaçéao de matrícula no 1° ano da EN ao sr. Francisco Marcondes do Amaral Cezar.

 

23/05/1886 (APSP)

Editorial de Rangel Pestana e intitulado “Reforma da Instrução Pública” é louvada pelo autor, que se precavê de certos abusos:

“No tocante à Escola Normal e aos programas de ensino a parte regulamentar da lei é importantíssima. (…) e por isso ão julgamos conveniente este estado de dúvida, continuando a administração a praticar atos isolados sem relacionamento dos serviços.

(…)

E Rangel a assinalar certos disfuncionamentos isentos de fiscalização como a não licitação para a compra de livros para as escolas, sem saber-se quais, com verba de 3.000$ e mal distribuída nas escolas.

 

Junho

18/06/1886 (APSP)

Escola Normal – Em consequência de ter-se mudado para Santos onde acaba de abrir um externato, pediu sua demissão de professor da Escola Normal da capital o sr. Dr. A. Da Silva jardim.

27/06/1886 (APSP)

O professor Silva Jardim, da Escola Normal,  que se encontra nesta cidade gozando a sua licença, acaba de fundar um externato de instruçéao primáia e secundária, nomeada Escola José Bonifácio.

 

 

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