1892 – b- O começo da Reforma do Ensino na Escola Normal: Gabriel Prestes na liderança.

Abril

12/17/ e 19/04/1892 (OESP)

Instituto D. Brasilia Buarque (esposa de Cyridiãi Buarque-imagem) anunciando a reabertura das aulas onde constam eminentes professores da Escola Normal; para o sexo feminino, do Instituto, faz parte o Collegio Andrade, na rua Senador Queiroz 22 e 24; para o sexo masculino, tratamos do Collegio E. Neutralidade, à rua da Consolação, nos números 77, 91; 97 e 99.

ieccmemorias

Professores por antiguidade:

João Gomes de Araujo, maetro;

Guilherme Kraemer, professor diplomado na Alemanha;

Carlos Bressiani, professor diplomado na Itália e na Suiça;

Dr. Henrique J. de Lacerda, bacharel em direito e lente da Escola Normal;

Maria Moratti, diplomada em Jardim da infância na Itália;

João Gomes Filho, diplomado na Itália;

Rosina N. Soares, diplomada na Itália;

Julio Rosaes;

Benvinda Cesar

Gabrielle de Castro;

Eugenia Cesar

Dr. Godofredo Furtado, lente da Escola Normal;

José E. de Macedo Soares, lente da Escola Normal;

Antonio Teixzeira Guimar;

Luiz Ravault, diplomado na França;

Georgine Mongruel, diplomada na Bélgica;

Rosa Leonhardt;

Benedicto Machado, diplomado pela ENC;

Marcelina Zagali;

Felicia Puiggasi Solá.

Diretores:

Brasilia M. Buarquee e  Cyridião Buarque.

MAIO

05/07/1892 (OESP)

Debate no Congresso paulista entre Paula Souza e Gabriel Prestes sobre o projeto de criação da Escola politécnica.

13/05/1892 (OESP)

O Ensino Público II (resumo)

(sobre “a influência do método de ensino, elogiando  o uso da psicologia nos Estados Unidos), assinado por Gabriel Prestes).

                                            

24/05/1892 (OESP)

Ensino Público

IX

(Gabriel Prestes)

ler post à parte

 

26/05/1892 (OESP)

O ensino Público -XI

Texto sobre as atribuições conferidas ao Conselho diretor que, segundo  Gabriel Prestes; emgloba:

  1. A organização definitiva dos programas detalhados das diversas escolas, segundo os princípios estabelecidos pela lei;
  2. A escolha da mobília e de todo o material escolar, dos livros adotados;
  3. Promover conferências na capital e no interio, por intermédio dos inspetores;
  4. Empreender a publicação de uma revista anual em vista de informar os professores sobre os modernos processos de metodologia do ensino;
  5. Apresentar anualmente ao Ministério do Interior relatórios acompanhados de estatística sobre os progressos realizados;
  6. Apresentar ao Ministério do Interior as bases do orçamentp das despesas ligadas à instrução.

02/07/1892 (OESP)

Escola Normal

Remeteram-se ao sr. dr. 1° secretário da câmara dos senhores deputados, as modificações reconhecidas necessárias pela Congregação da Escola Normal, ao respectivo ensino e distribuição das matérias e as indicações feitas pela diretoria da Escola Modelo, afim de serem tomadas na consideração que merecem, pelo congresso do estado.

E

Gabriel Prestes assina outra coluna sobre o Ensino Público, intitulada A Reforma do Ensino, comentando carta de “N.B.” publicada na véspera no mesmo jornal, onde o mesmo expõe judicialmente certas objeções relativas à reforma do ensino.

O missivista fala no absurdo da criação de quatro escolas normais no Estado, sendo três , Escolas Normais Primárias, no interior e uma Escola Normal Superior , na capital; também critica a maneira como se propõe a criação de cursos noturnos elementares para adultos e o processo de fiscalização de escolas.

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