Rua Orestes Rosolia

Rua Orestes Rosolia (Jardim Guanabara) – CEP: 21931-210

Orestes Rosolia (pronuncia-se com tônica no “li”) nasceu em 10 de setembro de 1905. Com diversos livros publicados, tinha conhecimento de latim, grego, francês e italiano.
Trabalhou em escolas particulares desde 1925, era professor de História com conhecimento de latim, grego, francês e italiano. Foi professor concursado de História Geral e do Brasil do Instituto de Educação Caetano de Campos (1939 a 1966). Foi catedrático em História da Civilização na Escola Normal , além de ter atuado em jornalismo. Foi vice-diretor indicado pela respectiva Congregação do Instituto de Educação Caetano de Campos, sendo depois seu diretor superintendente substituto, de 1961 a 1963, no lugar do então diretor Raul Schwinden; posteriormente, continuou na escola lecionando até 1966.
Foi professor da Faculdade de Filosofia São Bento, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e diretor pedagógico da Escola Normal Particular Dante Alighieri, do Colégio Dante Alighieri (1966 a 1969). Escreveu as obras “A garimpeira do Rio Manso”, da editora A Gazeta, na década de 1920; “História do Brasil – 3ª série”, de 1944, “História Geral”, ambas publicadas pela Francisco Alves.
Rosolia também foi autor do romance “Marília, a Noiva da Inconfidência”, publicado em 1933 pela Editora Unitas.
Faleceu em 6 de janeiro de 1981.

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7 respostas para Rua Orestes Rosolia

  1. msuplicy disse:

    Vivi uma experiência surreal e muito engraçada com o Rosolia. Em uma prova, havia uma pergunta sobre quem era Ramsés 2º. Por mais que me esforçasse, não conseguia lembrar de nada a respeito dele. Quando o tempo de prova acabou, escrevi apenas, envergonhada, que ele foi o “sucessor de Ramsés 1º”. Não é que o Rosolia me deu meio ponto pela resposta?!? Intrigada, fui conversar com ele. Ele justificou dizendo que no antigo Egito as dinastias se sucediam em uma ordem não-cronológica obrigatória e que Ramsés 2º realmente assumiu o trono logo após a morte de Ramsés 1º. Até hoje rio desse fato e agradeço ao Rosolia por me ensinar a lidar com saias justas.

    • Talvez vc teria se lembrado de algo se as aulas de histohria houvessem tido um ângulo de abordagem levando em conta a restituição feita pelos alunos decorebas e tivessem abordado as dinastias do antigo Egito através de elementos comparativos com a realidade polihtica de outras épocas…

      • msuplicy disse:

        Wilma, eu acho que você está certa, mas me parece que o “estilo Rosolia de ser” (desatenção, dormir em sala de aula, ler jornal, insistir nas tediosas aulas dissertativas e dar notas por decoreba, etc.) faz parte do espírito da época. Não posso me queixar de todo porque esse método me ajudou a desenvolver a memória (que, sem falsa modéstia, é excelente até hoje). Tive também outros professores que se valiam dos elementos comparativos com outras épocas, outras culturas e outros recortes de realidade para nos forçar a refletir. Foi graças à fusão dos 2 estilos que eu pude me lançar na carreira profissional como analista.

        • Myrtes; ainda hoje sinto muita difiuldade ao tentar refletir sobre qualquer tema; penso ser uma sequela do ensino que tivemos, inclusive na universidade. Além do mais, não sou dotada de uma inteligência da ordem de MH Cahui… Bjs Responder

          wilma.

          ieccmemorias.wordpress.com

  2. Clarisa Helena Serricchio Cozzolino disse:

    Nosso professor, 1954-57, IECC-SP. Ele dava a prova e lia o jornal. De repente se levantava e rabiscava de vermelho a prova de uma aluna. No jornal, havia um buraquinho para espiar quem estava colando…

  3. Prezada Clarisa; infelizmente aprendemos a responder perguntas sem jamais refletirmos sobre os fatos, mesmo levando em conta que a Histohria é uma forma de “literatura”. Abraços, wilma.

  4. Myrtes; ainda hoje sinto muita difiuldade ao tentar refletir sobre qualquer tema; penso ser uma sequela do ensino que tivemos, inclusive na universidade. Além do mais, não sou dotada de uma inteligência da ordem de MH Cahui… Bjs

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