Nosso colega Afonso Celso Silveira é relembrado…

Helô Casagrande escreveu para mim e disse-me que tem o hábito de olhar os aniversariantes do dia através de Facebook.

Na última semana, a Helô postou os cumprimentos para o Afonso Celso Silveira e após alguns dias uma amiga dele lhe avisou que ele havia falecido em março de 2020.

Helô ficou muito triste com o ocorrido, pelo fato dela e Afonso Celso terem sido amigos de infância no IECC e lembrou que nosso colega tinha uma grande admiração pelo Casagrande, professor de Educação física da ala masculina no IECC.

Afonso Celso sempre foi um excelente aluno e fez engenharia na Poli.

Foi muito amigo do Aluísio Segurado e saíram do IECC para continuar os estudos no Colégio Objetivo.

A última vez que Helô o viu foi em um encontro de ex-alunos no “Geribá”, em 25/08/2011. 

Seguida à mensagem, Helô “colou”o que a colega de trabalho escreveu sobre o Afonso Celso.

“Vou falar dele; como se ele estivesse sentado ao meu lado na mesa dele.

E foi assim sempre: nossas mesas lado a lado…

Quando chegou, soubemos que ele era de Bernardino de Campos, e nosso chefe também era de lá; já estávamos esperando…

Piraju sempre foi uma agência difícil; cidade pequena.

Qdo ele entrou com sua bolsa de couro sob o braço esquerdo, nós encaramos como uma grande vitória: teríamos substituição nas férias.

E ele foi nosso “sub”.

Fumavamos Free; e o café era nossa desculpa para conversarmos na cozinha.

A alegria dele sempre foi os filhos.

Falava da Ivanilda esposa dentista com muito orgulho.

E amava paletó e gravata, camisas de algodão.

E o atendimento sempre um show…

Educado… inteligente e muito franco. Mas carente… Tímido.

Encarava os desafios.

Quando sentiu dor, marquei sem sua autorização um “gastro”. No dia da consulta, ele pediu para desmarcar …

E dali pra frente foram médicos, exames, internações e cirurgias…

Em.2018 a agência fechou e ele já estáva afastado…

Fui levar uns fascículos que apanhei na banca de jornais para ele.

Um choque. Senti que estava malzão…

Em março de 2020 após muitas sessões de químio, não resistiu: o câncer de pâncreas o levou.

Lutou bravamente.

Sucumbiu a uma doença ingrata…

E depois de tantos anos nos deixa essa saudade que dói.”

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