Renato Castanhari Jr., rapidinho…

EXCESSO DE VELOCIDADE

por Renato Castanhari Jr.

O policial estava com o radar montado, monitorando a velocidade.
Olhar atento, vez ou outra um incauto excedia o limite. O alarme ecoava, ele se concentrava no transgressor, a foto era tirada, penalidade registrada.
Ele agora testava um novo tipo de radar, parecia uma luneta com manopla para a mão. Media a velocidade em uma distância maior, e de forma mais precisa. Era a primeira vez que usava.
O outro sobre o tripé continuava operando. Este de mão era um brinquedinho novo, que ele apontava a esmo, buscando alvos distantes.
Foi quando focalizou, lá longe, alguém absolutamente alucinado, fora dos padrões, em uma velocidade louca. Tão louca que ele não aguentou, foi para o meio da pista e fez sinais para o transgressor parar. E ele parou, com muito custo, passando pelo policial, mas parou.
– Tá com pressa, heimmm…
– Não… tô normal…
– Se isso é normal, não sei mais o que é excesso. Os documentos, por favor.
O policial ficou um tempo olhando o documento, conferindo a identidade.
– Muito bem, Sr. 2017. Onde o senhor quer chegar com esta velocidade toda?
– Ao final, apenas isso. E falta pouco, muito pouco.
– Sei… E por que tão apressadinho? Não podia pegar mais leve, mais calmo?
– Sinal dos tempos, tudo está assim, só cumpri com a minha obrigação, apenas isso.
– Certo… sinal dos tempos. O senhor não percebe o perigo que pode provocar na vida das pessoas? Sem dar tempo de a gente pensar, sentir o prazer da passagem do ano. Precisa atropelar quem encontra pela frente?
– O tempo urge, já disse o Chefe. A culpa não é minha, eu apenas passo.
– E nós, como ficamos? Parece que foi ontem que eu estava no supermercado aproveitando a promoção dos panetones com oitenta por cento de desconto. E eles já estão de volta, muito mais caros! O senhor não pensa nas pessoas mais velhas, que estão com o tempo contado, nas crianças que crescem sem a gente nem se dar conta? Pra que andar dessa forma, vertiginosa, louca?? Não dá tempo de curtir, viver, de uma hora para outra, o senhor já passou, e a gente nem viu!
Me desculpe, mas sou obrigado a multá-lo!
– Multar a mim, que já estou no fim dos dias? Não tem um jeitinho? Uma forma de eu compensá-lo?
– Essa não! Agora sim o senhor passou dos limites! Além de levar multa, o senhor vai ser preso!
– Preso? O senhor não sabe com quem está falando. Eu tenho padrinhos influentes no STF. Faça o que quiser, em poucos dias não estarei mais lá, eu te garanto!
– Quer saber, senhor 2017, melhor mesmo o senhor dar no pé, e rápido. Ninguém te aguenta mais. Ô ano difícil!! Vai, cai fora. Vai com Deus.
E o senhor 2017 partiu sem deixar saudades.

 
Renato Castanhari Jr. | 08/12/2017 às 5:50 am | Categorias: CRÔNICAS/CONTOS | URL: https://wp.me/p1GYYg-uS
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Parte II – Julho e agosto de 1952 no IECC; deputado critica o diretor e professores da Escola.

JULHO

02 e 04/07/1952 (OESP)

(resumo)

O professor Jair de Morais Neves, catedrático de latim do Instituto de Educação Caetano de Campos prepara um amplo programa de turismo e de intercâmbio cultural para as férias de julho destinado à União dos Servidores Públicos do Estado de S. Paulo.

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AGOSTO

07/08/1952 (OESP)

Câmara Municipal

Acusações à direção do Instituto de Educação Caetano de Campos

(resumo)

Na sessão de ontem o vereador Silva Azevedo foi o primeiro a falar tendo feito acusações à direção do Instituto de Educação Caetano de Campos. Disse que existem dificuldades insuperáveis para matricular-se uma criança naquele estabelecimento, que por sinal funciona em prédio inadequado. Sobre o ensino, insistiu que ali há deficiência de professores e que o número de alunos foi reduzido. Também alegou que é grande o número de notas sistematicamente baixas para afastar dali alguns alunos.

O vereador Nicolau Tuma encareceu a necessidade de se publicar o Inquérito que serviu para apurar a atuação de muitos professores.

O sr. Silva Azevedo concluiu falando de fatos verificados com suas próprias  filhaa alunas  do Instituto de Educação Caetano de Campos e citou outras arbitrariedades e desleixos de professores daquela Escola, pedindo o afastamento de elementos nocivos e dada melhor orientação àquela tradicional casa.

15 e 18/08/1952 (OESP)

Pró-Arte

A Sociedade Pró-Arte apresentará no dia 23 do corrento, no auditório do Instituto de Educação Caetano de Campos, o famoso “Quinteto de Sopro de Paris”, integrado por Jacques Castagner (flauta), Robert Cassier (oboé), André Boutard (clarinete), Michel Berges (corno) e Gerard Falsandier(fageoie).

Programa: obras de Mozart, Rossini, Iberi, Milhaud e Hindemith.

Ingressos à venda na “Casa e Jardim”, Barão de Itapetininga, 41.

23/08/1952 (OESP)

(resumo)

Câmara Municipal

O crédito de 300 milhões para o IV Centenário etc…

Entre outros assuntos tratados, o sr.Silva Azevedo voltou a mencionar o caso do diretor superintendente do Instituto de Educação Caetano de Campos, Mario Marques,  não lhe dando razão ao refutar as críticas que a ele foram feitas pelo vereador Nicolau Tuma.

O orador acrescentou que professores e alunos estiveram ali presentes para comprovarem a inteira procedência das acusações, reativas às ameaças e coações que alunos tem ali sofrido.

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Parte II- Junho de 1952. Lucas Garcez queria remover o IECC da Praça!

03 e 04/06/1952 (OESP)

Concerto

A União Cultural Brasil-Estados Unidos patrocina hoje, às 20 h 30’ no auditório do Instituto de Educação Caetano de Campos, um concerto pelo coro da entidade. Entrada franca.

E

Novo Edifício para o Ginásio do Estado na Capital

O problema das salas de aula do Jardim da Infância do Instituto de Educação Caetano de Campos

(resumo)

Lucas Garcez, governador de São Paulo, na sua reunião diária com jornalistas acreditados no seu gabinete falou da inspiração que teve ao visitar o Ginásio de Curitiba e que, provavelmente se materializará na construção do novo prédio do Ginásio, desta vez em bairro proletário paulistano.

O governador também pretende escolher outro local para instalar o Instituto de Educação Caetano de Campos e utilizar o prédio da Praça da República, 53 para sediar uma secretaria estadual; antes de mais nada, deve mudar o Jardim da Infância que se encontra em local precário, dentro do edifício principal.

06, 07, 10, 13 e 18 e 24 e 27/06/1952 (OESP)

(resumo)

O professor Jair de Morais Neves, catedrático de latim do Instituto de Educação Caetano de Campos prepara um amplo programa de turismo e de intercâmbio cultural para as férias de julho destinado à União dos Servidores Públicos do Estado de S. Paulo.

12 e 14 e 18/06/1952 (OESP)

Sociedade Paulista de Arte

Realiza-se aos 18 do corrente, às 21 horas, no auditório do Instituto de Educação Caetano de Campos, o concerto inaugural da Sociedade Paulista de Arte, na presença de Dulce Sales Cunha(contralto), do pianista Francisco Beyer e do coro da Sociedade.

 

27/06/1952 (OESP)

Diretor do Ensino Secundário do Ministério da Educação, o sr. Roberto Acioli vem a São Paulo para debater questões ligadas à instrução naquele ciclo.

Programa:

a- amanhã, às 9 horas :

desembarque na Estação Roosevelt;

Às 10 horas, Hotel Excelsior, s.s. receberá os inspetores federais, diretores e professores do ensino secundário;

12 horas, visita do secretário ao do Instituto de Educação Caetano de Campos e a outros estabelecimentos;

20h30’ inauguração da sede do Centro de Inspetores Federais do Ensino Secundário, à Praça da Sé, 108;

21 horas mesa redonda na Biblioteca Municipal.

b- Depois de amanhã:

Pela manhã- visita a estabelecimentos de ensino secundário;

Às 13 horas, almoço oferecido pelo CIFES;

Às 17 horas, chá, oferecido pelas servidoras daqueles estabelecimentos citados e

Às 22 horas, embarque para o Rio, pelo “Santa Cruz”.

28/06/1952 (OESP)

“Baile da Roça”, hoje das 22 às 4 horas na sede social do Grêmio Acadêmico Caetano de Campos, à rua 24 de Maio, 208, 14° andar. Traje caipira.

29/06/1952 (OESP)

Visita do Diretor do Ensino Secundário do Ministério da Educação, o sr. Roberto Acioli, a São Paulo para debater questões ligadas à instrução naquele ciclo.

Desde ontem na Capital, o sr. Roberto Acioli fez algumas visitas, entre outras duas ao Instituto de Educação Caetano de Campos, inclusive à noite quando debateu com o corpo docente sobre a legislação do ensino secundário, e outra visita à Secretaria da Educação, diferentemente do que publiquei anteriormente.

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Leandro Karnal e “A decisão de ler”.

A decisão de ler

Aumentou o apreço pelo discurso direto, pela imagem e pela velocidade narrativa

Leandro Karnal, O Estado de S. Paulo

19 Novembro 2017 | 02h00

Os jovens passam o dia lendo. A frase deveria animar todos, só que não. São mensagens monossilábicas em celulares, acrescidas de pequenas imagens, um jejum de ideias e abundância de onomatopeias. Desde o momento em que abrem os olhos, incluindo os períodos no banheiro, os aparelhos estão diante dos olhos. Polegares rápidos disparam sem cessar.

A maneira de registrar a escrita é gêmea xifópaga do pensamento rápido. É um espoucar de emojis e com pouca preocupação em relação à forma. Desaparece a acentuação, somem vogais, omitem-se sinais de pausas como vírgulas e chovem exclamações. Subordinadas faleceram há anos, subjuntivo está em fossilização avançada e o pretérito mais-que-perfeito, já senil quando eu era jovem, foi alvo de condução coercitiva ao cemitério. Língua é viva e sempre foi transformada pelos usuários. É necessário refletir sobre o dinamismo dela e seus novos suportes.

Vamos sair da zona ranheta. Os mais velhos proclamam em todas as épocas que os jovens não são mais o que supõem ter sido. A reclamação sobre a decadência é eterna em História. Há quarenta anos meu pai bradava que nós (meus irmãos e eu) não líamos tanto quanto a geração dele. Diante do desafio que eu enfrentava com As Minas de Prata, de José de Alencar, ele comentava que, com os mesmos 14 anos, já tinha lido as obras completas do cearense. Será que os jovens do Instagram dirão o mesmo aos netos? Algo como “no meu tempo a gente mandava ao menos um kkkk formal com a foto, vocês, jovens de 2040, nem isso fazem…”

Convivo com jovens há mais de três décadas. A inteligência não diminuiu, vou morrer afirmando. Houve uma transformação profunda. Aumentou o apreço pelo discurso direto, pela imagem e pela velocidade narrativa. Encurtou o prazo para despertar o tédio. Explodiu, de forma geométrica, a gula da novidade. As mudanças, antes visíveis ao longo de décadas, emergem em poucos meses.

Quero sair da rabugice. O mundo esta rápido. As informações fluem em pororoca contínua. Jovens estarão sempre “antenados” em seus aparelhos, especialmente se o entorno contiver adultos, professores ou gente que fala outra língua geracional. Talvez seja uma boa defesa mesmo. Quero dar outras.

Uma obra clássica contraria tudo o que eles leem no smartphone. Ela resiste ao primeiro contato, apresenta uma experiência prolongada que demanda foco por muito mais tempo do que uma “tuitada”. Orações longas, palavras desconhecidas, narrativas detalhistas, erudição e referências em cascata: muitas pedras na estrada do leitor superficial. O best-seller contemporâneo tenta seduzir, como o gif ou o meme da tela do celular. Memes são engraçados e concordam com seu mundo. Clássicos não estão “nem aí” para você. Ele dizem: “sou o Hamlet, se você não me entender, morra, eu continuarei sendo o príncipe da Dinamarca”. Exatamente porque são densos e, por vezes, até “arrogantes”, os clássicos representam uma jornada que muda o leitor-peregrino. Ler detidamente o Hamlet citado de Shakespeare ou o D. Quixote de Cervantes produz uma mudança permanente, mais do que o arranhão leve e passageiro da frase de twitter. A frase de celular, o desenho animado e o meme divertido constituem jujubas vermelhas, doces e agradáveis. Um segundo e pluft! Foi-se o sabor e a experiência. Cervantes pede que você sente, coloque o guardanapo sobre o colo, respire fundo, abra em silêncio as páginas e comece um banquete demorado, semanas no mínimo, meses provavelmente. Há entradas, pratos principais, bebidas harmonizadas, lavanda para os dedos, convidados que vão se sentando: Dulcineia, Sancho e até o relincho sagaz de Rocinante. O gênio espanhol vai servindo lentamente e, por vezes, pede que você experimente o mesmo prato e releia, até ter aprendido a degustar todas as sutilezas apresentadas.

Biblioklept

Se o leitor-comensal se permitiu, terminará satisfeito, melhor, alimentado, transformado por dentro. Trata-se de uma experiência única. Ele poderá continuar com jujubas vermelhas, pequenos drops que necessitem da sua atenção, mas terá um outro olhar. A leitura de grandes obras torna-o melhor, apto a novas altitudes, com fôlego de alpinista profissional e que vislumbrará de forma original para o mundo onde todos repetem as mesmas ideias no banho-maria eterno do cotidiano.

Abra o volume das tragédias de Shakespeare com a peça Romeu e Julieta. Você começa trancando na fala inicial. O cara conta o fim logo no começo! Sim, porque a aventura não é saber o que ocorre no último capítulo, porém como tudo será narrado. Depois uma briga entre empregados, um gesto bizarro com o polegar. Imediatamente você já pensará: polegar entre os dentes é agressivo? Hoje seria o dedo médio em riste! Pronto, primeiro passo no campo da relatividade dos gestos e atitudes. Você acaba de sair da zona de conforto. Depois o amor de Romeu por outra mulher. Espere aí? O modelo de paixão, o jovem Montecchio estava com outra antes de Julieta? Sim! Por fim a festa, o acaso, o amor à primeira vista, os versos da paixão que envolvem amor, santos, peregrinos e catedrais. Chegamos à cena do balcão. Que namorada ainda seria seduzida pelo discurso do apaixonado de Verona? Estamos na parte inicial e o leitor já questionou gestualidade, amor, expandiu imaginação e criou a capacidade de se projetar em outras personagens. O clássico está fazendo efeito. Faltam ainda duelos, casamento secreto, venenos, um príncipe que luta pela ordem, uma cena atrapalhada com um frade e um final intenso.

Comecei com uma obra mais “fácil”. Há muitas, em variados graus. O benefício maior da leitura é interno. Há bônus secundários: em uma seleção de emprego, na conversa entre amigos, na disputa por um rapaz ou uma moça, quase todos estarão dizendo a mesma coisa. Vantagem evolutiva: o leitor de clássicos terá outro ponto de vista. E os outros? Tuitarão apenas: “não deu, kkkkk!” O mundo do futuro é o da inteligência. Bom domingo para todos nós!

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Caetanistas se encontraram na semana passada.

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Bacana encontrar os rostos conhecidos de pessoas que guardo no coração.

O grupo é realmente coeso porque seus membros se reunem sempre que podem e às vezes até viajam juntos.

Que tal virem até Paris para o encontro de 2018? Afinal serão os 50 anos de conclusão do Normal, Clássico e Científico para muitos de vocês.

Poderei alojar um casal e como dica, procurem FIAP: para ter direito a hospedagem de uma semana a 75 euros/dia, com café-da-manhã e talvez uma refeição,  basta que um dos ocupantes do apartamento seja ou tenha sido professor.

Bienvenue au FIAP – Paris | FIAP – Paris

Hébergement à Paris. En groupe ou en individuel, en chambre privative, partagée ou premium, le FIAP dispose de 194 chambres de 1 à 6 lits, dont 114 chambres rénovées. Séminaires à Paris. 26 salles de réunions de 8 à 200 places proposées avec plusieurs formules de pauses et de cocktails.

FIAP Jean Monnet

 
 
 Metro: Glacières – Ligne 6 (3 estações antes da minha casa)
 
Adresse : 30 Rue Cabanis, 75014 Paris
 
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Acima, colegas da Classe A do Normal; eu era da B. Formamo-nos em 1968! A reunião deve ter sido no Figueira, pelo aspecto da imagem e foi feita na semana passada.

Peguei todas as fotos no Facebook, por isso faltam-me os detalhes!

(Denise Miranda Leão, Roseli Nitrini, Berenice Rillo, Magali Poyares e Clarissa, tres delas colegas também do Ginasial do IECC!)

 

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Parte II – Maio de 1952 Eventos culturais e artístico no IECC. Editais.

Maio de 1952

 

04/05/1952 (OESP)

Concurso de Ingresso no Magistério Secundário

Provas a serem realizadas no Instituto de Educação Caetano de Campos:

  1. Desenho; amanhã às 13 horas;
  2. Inglês, no dia 7 de maio, às 15 horas no auditório.
  3. Trabalhos Manuais; amanhã, às 19 horas.

 

08/05/1952 (OESP)

Concurso de Ingresso no Magistério Secundário

Inicia-se hoje o sorteio de ponto para a prova didática de Educação, na sala 252 do Instituto de Educação Caetano de Campos.

(…)

09/05/1952 (OESP)

Audição de Piano

Amanhã às 20 horas no auditório do Instituto de Educação Caetano de Campos, pelos alunos da professora Diva Cestari Lesllis.

E

Exame de óticos práticos

  • Amanhã, às 19h30’ no Instituto de Educação Caetano de Campos, promovido pelo Serviço de Fiscalização do Exercício Profissional do Departamento de Saúde do Estado.

13/05/1952 (OESP)

Instrução Artística do Brasil

(…) organizou em várias cidades a organização de um Grupo Artístico Permante (GAP), com o fim de movimentar os seus recursos artísticos, com professores de disciplinas artísticas das Escolas Normais… (…) e distribuição de bolsas para o melhor aproveitamento artístico-cultural da mocidade.

 A IAB iniciou suas atividades em 1948 no Instituto de Educação Caetano de Campos onde 16 bolsas de estudo foram distribuídas.

(…)

O GAP do Instituto de Educação Caetano de Campos já visitou mais de 10 cidades (…).

14/05/1952 (OESP)

Festa dos 141 anos de Independência do Paraguai

Com a presença do cônsul geral do Paraguai e da sra. Dionisio M. Gonzales Torres, hoje às 21h30’ no auditório do Instituto de Educação Caetano de Campos.

Portal Guarani

15/05/1952 (OESP)

Casas de Ensino

Instituto de Educação Caetano de Campos

(resumo) Inauguração de um gabinete dentário no Instituto de Educação Caetano de Campos pelo governador Lucas Garcez e o Secretário da Educação.

Expoagro Franca

16/05/1952 (OESP)

O IV Centenário da Cidade

Sessão preparatória  do X Congresso Internacional de Organização Científica a se reunir em SP em 1954.

(resumo)

  1. Eleição do novo presidente;
  2. Discussão de problemas entre unidades governamentais e não governamentais;
  3. Escolha de 8 temas a serem apresentados e 1954;
  4. Escolha dos locais para o evento
  • Teatro de Cultura Artística e
  •  Instituto de Educação Caetano de Campos

17/05/1952 (OESP)

Instrução Pública

Remoção e permuta de professores do ensino primário

Lei 1574, publicada ontem no DO pelo sr. Governador do Estado

Art. 1° – os professores removidos por união de cônjuges não poderão permutar(…)

Art. 2° – Não serão concedidas permutas se a unidade escolar de um dos requerentes for situada na sede do município(…)

Art. 3° –  A remoção de uma professora por união de cônjuges para município vizinho daquele em que reside o marido, só poderá ser feita:

a) se não houver candidata

  1. b) e não houver candidata com direito assegurado de indicação nos termos do artigo 14 da lei de n° 240 (…) por união de cônjuges (…)

Art. 4° – fica assegurada aos candidatos do sexo masculino a remoção para onde sua esposa exerça efetivemente um cargo público, caso ela não possa ser removida.

Art. 6° –  Para a alteração das remoções  por merecimento e união de cônjuges em cada município (…) não serão consideradas as escolhas de unidades escolares de 1° estágio.

Art. 7° – (…) considera-se a expressão “região da Capital” como referentes apenas ao município da Capital

Art. 8° –  Os professores removidos por necessidade de ensino ao por permutas não poderão remover-se por permuta, concurso ou necessidade de ensino antes de decorridos dois anos da data de sua remoção.

(…)

Art 9° – Nos concursos de remoção é permitida a remoção de um professor dentro do mesmo município, por união de cônjuges (…)

Art. 10° São extensivos aos diplomados pelo Curso de Administradores Escolares do I. E. Caetano de Campos, nos concursos de remoção dos professores primários os direitos conferidos aos diplomados pelo Curso de Aperfeiçoamento  do referido Instituto.

Art. 11° – Nos concursos de remoção dos professores primários o ano de frequência para os alunos do primeiro ano do Curso de administradores Escolares será consideraderado como de efetivo exercício ao cargo.

Art. 12° – As disposições do Art. 9° da lei (…)  são extensivas aos professores do sexo masculino.

Art. 13° – O Poder Executivo consolidará toda a legislação referente aos concursos de remoção de professores.

Art. 14° – Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

ComRegras

E

Wladimir Rushizky

Realiza-se a 21 do corrente, às 21 horas, no auditório do Instituto de Educação Caetano de Campos, o recital do pianista Rushizky; figuram no programa peças de Chopin, Camargo Guarnieri e Liszt.

Publicado em Parte II- Caetano de Campos - O QUE FOI PUBLICADO SOBRE A ESCOLA NORMAL A PARTIR DE 1920 | Deixe um comentário

Nossa colega Eliana Laurie Fonseca Peranzetta nos convida para o lançamento de “Como Vinho”.

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