Visão do nosso colega Antonio Aurélio do Amaral sobre a ‘GUERRA HÍBRIDA”

A TERCEIRA MUNDIAL começou há mais de 30 anos, já dizimou centenas de milhares de vítimas (milhões, talvez) e criou milhões de refugiados. E não percebemos? É que numa guerra convencional declarada, o lado que sentir risco de derrota recorreria às armas nucleares com as quais não haveria vencedor. Os efeitos planetários seriam tão terríveis que, conforme já se disse, os vivos teriam inveja dos mortos. Por isso a “guerra convencional” fica restrita a localidades e nos acostumamos com elas “metendo um rótulo em cima” e achando que nada tem a ver conosco.

A forma desta guerra mundial se chama de ‘GUERRA HÍBRIDA” (pesquise para saber porque a grande mídia “edita” o que deve ser divulgado e “martelado” com imagens diárias).

Na essência é uma guerra da Grande Ave De Rapina com suas sanguinárias garras afiadas contra o resto do mundo. Não tem limites humanitários, morais ou éticos, mas usa uma máscara de democracia e humanidade. Convence milhões, da mesma forma que sorridentes e simpáticos estelionatários conquistam a sua confiança.

Mas o que quer a Grande Ave De Rapina? Pouca coisa, apenas O MUNDO. Acordos internacionais impostos consolidaram o DÓLAR como moeda internacional de troca e a Águia pode imprimir quantos dólares quiser. Então a Águia poderia comprar o mundo, se quisesse.

Tudo bem se não afetasse a vida das nações e das pessoas, mantendo um sistema extremamente concentrador de rendas, drenante das riquezas produzidas no mundo e sabotador do desenvolvimento dos países do BRICS e não BRICS.

Na grave crise econômica gerada nos Estados Unidos em 2008, a Águia doou trilhões de dólares aos seus bancos privados (pelas mãos de seu servidor de plantão, Barack Obama) e, assim, jogou a crise para o resto do mundo. Efeitos nocivos na vida de cada um de nós.

A GUERRA HÍBRIDA CONTINUA detonando governos que não se ajoelhem abraçando as pernas dos Estados Unidos. E, manipulando a opinião pública, instalam governos com golpes tão dissimulados quanto possível. Preferencialmente governos servis a seus propósitos hegemônicos.

Do ponto de vista animal a Águia está certa: segue seu instinto natural. Da parte dos “outros bichos”, reza a “cartilha da natureza” que, não podendo dominá-la nem dela fugir, resta-nos ajoelhar submissamente ou reagir. HOW? THAT IS THE QUESTION!!!

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